17 setembro 2014

Há '44 milhões de anos' ácaro era ácaro e formiga, formiga

Nada de "evolução"
Uma luta entre um ácaro e uma formiga foi preservada por milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista], pois os animais ficaram presos em uma resina fóssil. O momento do ataque em que o parasita mordeu a cabeça da formiga foi eternizado em um pedaço de âmbar do tamanho de uma moeda de dez centavos e não sofreu deteriorações com o passar dos anos. O pequeno pedaço de âmbar foi adquirido por um colecionador que descobriu o tesouro nos países bálticos, na região nordeste da Europa. De acordo com análises, os animais datam de cerca de 44 a 49 milhões de anos atrás [idem]. O ácaro é um dos apenas 14 fósseis conhecidos de um grupo chamado de Laelapidae, cujos parentes modernos muitas vezes vivem entre as folhas caídas no chão das florestas e parasitam formigas. O motivo para que esse parasita seja tão raro de ser encontrado em fósseis é que para ele ser preservado era preciso um contexto muito particular. O ácaro precisava ficar muito tempo em árvores e fica preso na resina que escorre pelos troncos.


Nota Criacionismo: Curiosamente, os dois espécimes são praticamente idênticos aos seus parentes atuais. Quando não se parte para hipóteses baseadas em fósseis petrificados e muita imaginação para cobrir as supostas lacunas (elos) evolutivas entre animais de espécies diferentes (macroevolução), é isto o que temos: animais idênticos aos seus correspondentes modernos, isso tendo se passado tantos supostos milhões de anos de evolução. [MB]

16 setembro 2014

Qual é o segredo dos hunza, o povo que não envelhece e vive uma média de 120 anos?


Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante a dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana.

No entanto, o aspecto mais surpreendente dessa pequena nação é sua capacidade extraordinária de se manter sempre jovem e saudável. Seus habitantes tomam banhos imersos em águas geladas a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até os 100 anos de idade, as mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos. Durante o verão, as pessoas se alimentam de frutas e verduras cruas, enquanto no inverno, consomem damascos secos, grãos germinados e queijo de ovelha. 


Robert McCarrison, um médico escocês, foi o primeiro a analisar e descrever a população do “vale feliz” e destacou o fato de os hunza consumirem uma dieta com restrição de proteínas. Ele comem, diariamente, uma média de 1.900 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidrato. E é precisamente essa dieta especial que, na opinião de McCarrison, permite a notável longevidade desse povo. 

Ao contrário dos países vizinhos, que compartilham a mesma condição climática, mas não possuem a mesma alimentação, os hunza não conhecem as doenças e têm uma expectativa de vida duas vezes maior. Os habitantes de Hunza, todavia, não escondem seu segredo: recomendam abertamente uma dieta vegetariana, trabalhar e se movimentar constantemente. Além disso, acrescentam que, entre muitos outros benefícios, o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.

09 setembro 2014

Papa Francisco aos evangélicos pentecostais: Estamos no caminho da unidade


VATICANO, 29 Jul. 14 / 02:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco viajou para Caserta na tarde do dia 28 de julho, onde já tinha estado no dia 26, para visitar seu amigo, o pastor pentecostal Giovanni Traettino, e encontrar-se com cerca de 200 cristãos desta denominação.

O Santo Padre assinalou que “nós estamos neste caminho da unidade, entre irmãos. Alguém estará surpreso: 'O Papa foi visitar evangélicos!' Foi encontrar irmãos! Sim! Porque, na verdade, foram eles que vieram primeiro me encontrar em Buenos Aires. E isso é um testemunho. Vieram e se aproximaram. E assim começou esta amizade, esta proximidade entre os pastores de Buenos Aires. E hoje aqui. Agradeço muito a vocês, peço que rezem por mim, preciso muito... para que pelo menos eu seja melhor. Obrigado”.

As 200 pessoas participantes no encontro chegaram da Itália, Estados Unidos, Argentina e outros países.

Francisco assinalou que “quando caminhamos em presença de Deus, encontramos a irmandade. Por outro lado, quando ficamos quietos e começamos a olhar-nos uns aos outros, abre-se outro caminho muito feio, o das maledicências... Assim começaram desde o primeiro momento as divisões na 
Igreja. E o Espírito Santo não cria divisões”.

“Já desde o primeiro momento da comunidade cristã houve esta tentação: '’Eu sou deste, eu deste outro’; ‘Não, eu sou a Igreja, você é a 
seita’”.

Entretanto, disse o Papa, “o Espírito Santo faz a diversidade na Igreja e essa diversidade é tão rica, muito bonita; mas, depois, o próprio Espírito Santo faz a unidade. E assim a Igreja é una na diversidade. E para usar uma palavra bela de um evangélico, que amo muito, uma diversidade reconciliada pelo Espírito Santo, que faz as duas coisas: a diversidade dos carismas e depois a harmonia dos carismas”.

O Santo Padre, explicando com uma imagem como é a unidade da Igreja, assinalou que não é como uma esfera “onde todos os pontos são equidistantes do centro, todos iguais”, pois esta é uniforme e “o Espírito Santo não cria uniformidade”.

“'Pensemos, por outro lado, no poliedro: é uma unidade, mas com todas as partes diversas; cada uma com sua peculiaridade, seu carisma. Essa é a unidade na diversidade. E neste caminho, nós, os cristãos, fazemos o que chamamos com o nome teológico de ecumenismo: tentamos que a diversidade esteja mais harmonizada pelo Espírito Santo e se converta em unidade: tentamos caminhar em presença de Deus para sermos irrepreensíveis”.

Francisco destacou que “a Encarnação do Verbo é o fundamento: é Jesus Cristo. Deus é homem, Filho de Deus e Filho do homem, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Assim o entenderam os primeiros cristãos que tiveram que lutar tanto para manter esta verdade”.

“O mistério da carne de Jesus! Eu amo o pobre, a viúva, o escravo, o que está na prisão... amo todos eles porque estas pessoas que sofrem são a carne de Cristo. Não se pode pregar um evangelho puramente intelectual: o Evangelho é verdade, mas é também amor e é também beleza. Esta é a alegria do Evangelho”.

O Santo Padre lamentou que “neste caminho fizemos muitas vezes o mesmo que os irmãos de José, quando os ciúmes e a inveja nos dividiram. Nesta triste história na qual o Evangelho, para alguns, vivia-se como uma verdade e não percebiam que por trás dessa atitude havia coisas feias, coisas que não eram do Senhor, uma feia tentação de divisão”.

“Essa história triste quando se fazia o mesmo que os irmãos de José: a denúncia, as leis desta gente: ‘é contra a pureza da raça’... E essas leis foram ratificadas também pelos batizados, alguns dos quais fizeram essas leis e alguns perseguiram e denunciaram os irmãos pentecostais porque eram 'entusiastas', quase 'loucos', que destruíam a raça”.

O Papa assinalou que “eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo e fizeram o mesmo que os irmãos de José. Peço ao Senhor que nos dê a graça de reconhecer e de perdoar”.

O Papa Francisco, tomando as palavras de seu amigo Traettino, que disse que “a verdade é um encontro”, assinalou que é “um encontro entre pessoas. A verdade não se fabrica em um laboratório, constrói-se com a 
vida, procurando Jesus para encontrá-lo”.

“Mas o mistério mais belo e grande é que quando encontramos Jesus percebemos que Ele já estava nos procurando, que nos encontrou antes porque chega sempre antes de nós”.

Francisco indicou que “em espanhol eu gosto de dizer que o Senhor nos ‘primerea’, ou seja, nos precede, nos espera... E desse encontro que transforma vem tudo. Este o é caminho da santidade cristã; procurar Jesus a cada dia para encontrá-lo e cada dia deixar-se buscar e encontrar por Jesus”.

Depois do encontro, o Papa Francisco retornou em helicóptero ao Vaticano.

05 setembro 2014

Cinema: por que não ir?

Há alguns anos atrás o cinema era rotulado como um local onde os namorados gostavam de se encontrar para trocar carícias. O ambiente escuro e confortável era ideal para servir de “namoródromo”. Você já deve ter ouvido falar sobre os “lanterninhas” que ficavam à procura desses casais apaixonados.

Hoje o cinema é visto de uma forma mais abrangente, como mais uma opção de lazer da cidade moderna onde não somente namorados frequentam, mas famílias, crianças, etc.

Como jovem adventista sempre aprendi que ir ao cinema era desaconselhável. Os argumentos usados eram fundamentados em questões sócio-culturais e até tecnológicas, como pretendo mostrar adiante. Esse artigo tem por objetivo refletir em alguns pontos sobre a presença de um cristão no cinema e prover argumentação bíblica para a questão, ajudando aos líderes a explicar os motivos que levam a nossa igreja a desaconselhar a freqüência neste local.

Argumentos Comumente Usados Contra a Freqüência ao Cinema:

1- Argumentação acerca do local:

Este argumento afirma que o local é pecaminoso, conseqüentemente inadequado para um cristão. O espaço físico do cinema em si não é o problema, pois tal espaço é amplamente usado nos dias de hoje para finalidades sacras e educativas, como cultos, congressos, encontros, palestras, etc. É um ambiente agradável, confortável e limpo. É válido lembrar que muitas denominações estão comprando o espaço físico do cinema e transformando em igrejas, por causa de sua infra-estrutura.
Desta forma, falar que o ambiente físico do cinema é o problema não faz muito sentido, uma vez que ele pode ser usado para finalidades educativas e religiosas. O que determina se um local é pecaminoso não é seu nome, mas sua finalidade.

2- Argumentação acerca do ambiente e a tecnologia:

A afirmação de que o ambiente é escuro e a atenção é direcionada somente ao telão. Essa mesma técnica é usada na igreja para exibir um filme bíblico, uma projeção, etc. Com o desenvolvimento tecnológico, muitos lares já dispõem de projetores de vídeos, grandes telas de led, LCD ou plasma, sistemas de áudio profissionais (semelhante ao do cinema – Home Theatre Systems) tornando um cômodo da casa em um pequeno “cinema”. Dessa forma, não é o meio de comunicação áudio-visual, o tipo de aparelho de projeção ou a iluminação que torna o ambiente pecaminoso, mas o conteúdo que será exibido.

Por que exibir o filme de Moisés num projetor e com as luzes apagadas num local que esteja escrito IGREJA é lícito, mas o mesmo filme exibido da mesma forma em outro local escrito CINEMA é errado? Foi divulgado na Revista Veja (abril, 2004) que muitas igrejas alugaram cinemas para que seus membros assistissem ao filme “A Paixão de Cristo”, mostrando que até o público pode ser o mesmo nos dois locais: igreja e cinema.

É dito ainda que em casa você pode desligar o aparelho de televisão, se a cena ou o filme é impróprio. Mas uma pessoa está proibida de sair do cinema se não estiver satisfeita com o filme?

3- Argumentação acerca do filme em exibição:

Os filmes são inapropriados para um cristão. Sobre a qualidade do filme a ser exibido, é verdade que a maioria dos filmes não são indicados para cristãos.
Por outro lado, há filmes bons e inspiradores, religiosos ou não. Sendo assim, não é o filme em si mesmo o pecado, mas a sua mensagem, sua moralidade e seus objetivos. Lembrando mais uma vez que a maioria dos filmes são inapropriados, pois são imorais, infundados, irreais, espiritualistas, violentos e ateus. Sendo assim, esse argumento não consegue, da mesma forma, desaconselhar a freqüência ao cinema.
Diante dos comentários acima, como explicar para um cristão que o cinema é desaconselhável? Como argumentar com os jovens que são bombardeados e influenciados por uma sociedade liberal e possuem informações semelhantes às citadas acima para freqüentarem livremente o cinema?
Por que não ir ao cinema?

1. Temos orientação profética.

“O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro [cinema], ao circo e a qualquer lugar de diversão duvidosa”. Livro Mensagens aos Jovens, 380, de autoria de Ellen White. Acréscimo nosso.
Cinema é um teatro filmado e editado, mas o princípio não muda. Deus revelou que esses são lugares de diversão duvidosa. Note que o circo é citado e eu poderia citar outros lugares de diversão duvidosa como: boates, danceterias, bares, shows, estádios, touradas, rodeios, rinhas, etc.
2. É norma da Igreja Adventista.

No voto batismal o cinema é citado como um lugar desaconselhável para o candidato ao batismo. A Bíblia é clara em nos orientar a seguir e obedecer as autoridades constituídas e creio que a igreja é uma das principais autoridades divinas aqui na terra. Prefiro seguir sua orientação do que me rebelar e correr o risco de está desobedecendo a Deus. Pastores líderes jovens também nos orientam assim e como são ungidos do Senhor devemos respeitá-los.

3. A maioria dos filmes são inapropriados.

Pense bem nos últimos filmes exibidos no cinema, que proveito eles têm?
Faça o teste bíblico e pergunte se este filme segue a seguinte recomendação de Deus:
“Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” Filipenses 4:8.

4. Não devo ser causa de tropeço para meu irmão.

“Não vos torneis causa de tropeço nem para os judeus, nem para os gentios, nem tampouco para a igreja de Deus, assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos” (ICor. 10:32 e 33).
Por que vou usar minha liberdade para escandalizar meus irmão fazendo o que a igreja desaconselha?
“Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos” (ICor. 8:9).
Diante desses argumentos creio que devemos respeitar essa norma de nossa igreja tendo a certeza que estamos agradando a Deus. Hoje podemos assistir bons filmes em nossa casa, não temos a necessidade de ir ao cinema.

Cuidado para não ser viciado em filmes (quem não passa uma semana sem assistir um) e não use cópias piratas por que além de crime você está roubando.


 Yuri Ravem, mestre em teologia


03 setembro 2014

Castelos no ar: a influência dos romances na mente

Sempre gostei de romances. Na infância eram os contos de fadas que faziam meus olhos brilhar. Depois vieram os filmes com aquelas histórias lindas que roubam suspiros e enchem os olhos de lágrima (pelo menos os meus).

Alguns anos se passaram e, do mundo encantador dos romances, eu fui levada ao mundo real dos adultos. Comecei a trabalhar com mulheres e depois com casais. Era impressionante como a realidade dessas pessoas em nada se parecia com as histórias dos romances. 

Talvez mais impressionante era ver que na mente de muitas mulheres, e até de alguns homens, a realidade de suas vidas se tornava ainda mais indesejável quando elas a comparavam com os ideais sobre relacionamento cultivados desde a infância em sua mente. Ideais estes construídos sob a influência das histórias dos contos de fadas, dos filmes, das novelas, dos livros, do irreal.

Costumo dizer que nós superestimamos nossa capacidade de controlar a influência que algo tem sobre nossa mente. Agimos como se fôssemos capazes de decidir racionalmente absolutamente tudo. Este é um tremendo erro de nossa parte. Desde que nascemos somos influenciados pelo ambiente e o que nele há. Criamos nossa forma de ver o mundo a partir destas influências. Sem que percebamos, conceitos e crenças são desenvolvidos e convertidos em pensamentos, comportamentos e emoções. E entre tantas áreas sobre as quais desenvolvemos conceitos e crenças está a vida amorosa.

É possível que boa parte dos que estão lendo estas palavras agora não dê tanto crédito ao que está escrito aqui. Mas é possível que tantos outros vejam claramente como isto é real. O desenvolvimento de conceitos e crenças influenciado por romances não é saudável! Por mais que você pense que sabe discernir entre o que é real e o que é fantasia, você não tem todo este controle sob a sua mente.

Além de ver na vida dos meus pacientes, das pessoas com quem eu conversava, das minhas amigas, e em minha própria vida, como esta influência é problemática, certo dia me deparei com o seguinte texto: “a conduta seguida por muitos pais ao permitir que os  filhos sejam indolentes e satisfaçam seu desejo de ler romances, incapacita-os para a vida real. A leitura de contos e novelas é o maior mal a que podem entregar-se os jovens. As leitoras de novelas e histórias de amor sempre deixam de ser mães boas e práticas. Elas constroem castelos no ar, e vivem num mundo irreal e imaginário. Tornam-se sentimentais e têm concepções doentias. Sua vida artificial tende a arruiná-las para tudo o que é útil. Têm a inteligência diminuída, embora nutram a ilusão de serem superiores em mentalidade e atitudes.” (Ellen White, Conselhos Sobre Saúde, páginas 187 e 188)

Confesso que foi bem desagradável ler este texto. Ele é duro demais para alguém que, como eu, era apaixonada por romances. Mas ele é uma descrição correta da realidade. Isto explicava muita coisa com a qual eu tinha de trabalhar no consultório, e em minha própria vida.
Há algum tempo atrás li sobre um livro chamado Princess Recovery: A How-To Guide to Raising Strong, Empowered Girls Who Can Create Their Own Happily Ever Afters (em português seria algo como “Recuperação da Princesa: um guia de como criar garotas fortes e poderosas, que podem fazer seu próprio final feliz”). 

Nele, a doutora  Jennifer Hartstein orienta aos pais sobre alguns cuidados e atitudes que devem tomar para ajudar suas filhas a desenvolverem-se de forma mais saudável, uma vez que nossas garotinhas continuam sob a influência do mundo irreal das princesas e dos contos de fadas. E sob esta influência é que elas desenvolvem valores, conceitos e formas de ser. A doutora Jennifer é psicóloga e sabe quão danosa é esta influência para a vida afetiva, profissional, social, enfim, todas as áreas, da vida de uma mulher.

Mais recentemente percebi que virou uma febre entre adolescentes, e até entre algumas amigas adultas, falar do romance A culpa é das estrelas. Este é apenas mais um dos tantos que fazem a cabeça feminina construir seus castelos no ar. Na minha época de adolescente a moda era Walk to Remember (que em português recebeu o título “Um amor para recordar”).

Lindo, encantador, assisti dezenas de vezes, mas nada saudável de acordo com o que entendi posteriormente sobre como funciona nossa mente. Não estou aqui dizendo que estes romances são completamente mentirosos. Sei que muitos deles se baseiam em fatos reais. Mas não se baseiam na sua vida, caro leitor. Eles trazem consigo valores que não cabem aos nossos relacionamentos. E por isso nos conduzem a relações doentias, ou, na melhor das hipóteses, com conflitos que não precisariam existir. Insegurança, baixa autoestima, necessidade de ser reconhecida, elogiada, dependência afetiva, ciúmes, frustrações… esses são apenas alguns dos problemas com os quais os valores embutidos nos romances contribuem.

Para termos relacionamentos precisamos ter mentes saudáveis. E, para termos mentes saudáveis, precisamos reconhecer que é preciso cuidar com as entradas da alma. Alguns suspiros e lágrimas têm um preço muito caro!


Karine Corrêa - (Adventistas.org)

26 agosto 2014

Acervo literário de Ellen White e possíveis adulterações para advogar a doutrina da trindade

Por Gilberto G. Theiss[1]
Power point deste artigo aqui

Introdução

 Desde os primórdios de Ellen White e os demais pioneiros, o tema específico da Trindade foi algumas vezes discutido e amplamente debatido por alguns pioneiros. A compreensão, embora truncada, foi gradativa e, especialmente, após a publicação do livro “O Desejado de Todas as Nações”, a revelação deixou a imparcialidade de lado para se tornar uma contundente doutrina Adventista do Sétimo dia.

 No entanto, esta imparcialidade e discussão têm sido ressuscitada em nossos dias promovendo apostasia, além de sustentar movimentos separados ou revoltados com a igreja. Um dos argumentos que tem causado maior dano e diluído a fé de muitos estudantes do assunto é a implacável acusação de que os escritos de Ellen White, quando traduzidos, foram adulterados para advogar, provar e defender a doutrina da Trindade.

Devido a grande credibilidade nos escritos de Ellen White, este tipo de argumentação pode ser incisiva e demasiadamente forte para convencer e minimizar a confiança na própria organização. Infelizmente, muitas das pessoas que recebem informações equivocadas e enganosas como esta, absorvem a ideia sem ao menos buscar as fontes e evidências necessárias para colocar a prova tal ensinamento. Satanás e os inimigos da igreja sabem disso e por esta razão são muito bem sucedidos ao levantar suspeitas. Muitos membros se agarram à mentira com muita facilidade, e consequentemente a disseminam, e em alguns casos até morrem por elas. Temos que ter em mente que, embora a mentira seja mentira, ela tem o poder de persuadir e de enganar. Por este motivo, o propósito deste artigo é permitir ao leitor a possibilidade de observar os escritos fotocopiados dos originais de Ellen White quanto ao que ela realmente escreveu sobre o tema proposto. Suas cartas, algumas escritas a punho e outras datilografadas, mesmo com mudanças sinonimizadas, expõem fielmente, suas palavras da forma como originalmente foram traduzidas para o português, evidência esta que, o leitor poderá tirar por conclusões.

Desenvolvimento do acervo literário de Ellen White

Algumas acusações de adulteração dos escritos de Ellen White para advogar a doutrina da trindade tem haver com a participação de assistentes literários permitidos pela autora. Alegam que, foi a exagerada dependência dos seus assessores, por sua deficiência gramatical, que contribuiu para algumas adulterações[2]. Portanto, este adendo tem como finalidade apresentar uma síntese clara e objetiva das razões que implicaram na formação e organização de assistentes literários de Ellen White, seguindo de perto o exemplo de alguns profetas bíblicos.

A formação dos escritos de Ellen White compostos por cartas, diários, artigos, periódicos e livros totalizam cerca de 100.000 páginas.[3] Acredita-se que Ellen White, possivelmente, esteja na terceira posição de escritores mais traduzidos da história e a escritora norte-americana mais traduzida em todos os tempos. Em 1915, ano de seu falecimento, havia vinte e quatro livros publicados e mais dois em mãos dos editores para possível publicação. No entanto, após 1990, de sua autoria, 128 livros já se encontravam publicados.[4]

Embora ela tenha escrito muitas cartas e livros, de fato, como bem conhecido, Ellen White não era uma estudante brilhante e muito menos possuía formação universitária. Esta verdade, casada com os critérios para se testar um profeta, clarifica como  verdade o fato de ter sido chamada por Deus para um ministério especial. Como bem expressou Hebert Douglas, “Seria difícil dizer que a extraordinária obra literária de Ellen White é produto apenas da inteligência e invenção humanas”, e ainda afirmou que,

“Seus contemporâneos, conhecedores de sua formação e educação mínima, também estavam convencidos de que uma sabedoria mais do que humana era responsável pela incisiva e impressionante eloquência demonstrada por ela tanto no prelo como no púlpito”.[5] 

Sua fragilidade não era apenas acadêmica, mas, em grau elevado, física. Diante deste impasse, ela muitas das vezes precisou dar uma pausa temporária até que Deus a auxiliasse dando-lhe força e condições para prosseguir. Reconhecia claramente que era amparada e fortalecida por alguém fora dela: “O Senhor é que me tem fortalecido, e abençoando, e sustido por Seu Espírito.”[6]

Devido à intensidade de escritos em contraste com sua diminuta capacidade intelectual e física, outra esclarecida verdade é que, com o passar do tempo, algumas pessoas incorporaram a equipe de auxílio para dar-lhe suporte neste exaustivo trabalho. Há uma carta bem esclarecedora escrita a G. W. Amadon em 1906 apresentando a maneira como suas assistentes a ajudavam: 

 “Recolhi-me à noitinha, depois do sábado, e repousei bem sem dor ou incômodo até às dez e meia. Não consegui dormir Eu havia recebido instruções [do anjo assistente], e raramente fico na cama depois de tais instruções me sobrevieram [...] Saí da cama e escrevi durante cinco horas, tão rápido quanto a pena podia traçar as linhas. Depois, descansei na cama por uma hora, e dormi parte do tempo”,  

ela continua,  

“Coloquei a matéria nas mãos de minha copista e, na segunda-feira de manhã, ela me esperava, tendo sido colocada no meu escritório no domingo à noite. Havia quatro artigos prontos para eu reler e fazer quaisquer correções necessárias. A matéria está pronta agora, e parte dela seguirá hoje para o correio.”[7] 

Ellen White, com o objetivo de tornar mais eficiente as correções, envio e preparo de matérias para publicação, além da ajuda de seu esposo, desenvolveu uma enérgica organização de assistentes de redação tanto voluntárias quanto remuneradas.[8] Esta estratégia de permitir o auxílio de assistentes, não apenas partiu dela e de seu esposo, mas também se tornou uma necessidade devido ao grande volume de material que ela era incumbida a escrever. Às vezes algumas pessoas ficam um tanto que túrbidas ante o conceito de um profeta fazer uso de assistentes literários, e, de certa forma, acabam não compreendendo a maneira como Deus fala e guia o profeta. Não deveria ser novidade, Ellen White utilizava assistentes literárias pelas mesmas razões que os escritores bíblicos o faziam. A este respeito, bem ponderou Alberto Timm  que,  “Se os profetas não podem expandir e clarificar conceitos previamente enunciados, como explicar então as diferentes perspectivas de determinados eventos descritos nos evangelhos sinóticos de Mateus, Marcos e Lucas?”. [9]Neste caso específico, ela conhecia as suas limitações de tempo e aptidões literárias,”[10] e, por esta razão, uma equipe de auxiliadores era bem vindo para o aperfeiçoamento e atualização de seus escritos.[11]

A acusação de adulteração 

As acusações de adulterações de alguns escritos para advogar a trindade não procedem e muito menos condizem com uma análise séria e criteriosa. Também têm sido habituais afirmações alegando deturpação direta do original para o inglês – de onde são traduzidas as obras para o português. Estas acusações não são comuns em literaturas, elas são encontradas exaustivamente pela comunicação eletrônica – internet. Muitas das informações encontradas pela internet que, de forma bem incisiva, afirmam categoricamente a adulteração das cartas de Ellen White por parte da liderança para advogar a trindade, muitas não passam de palavras sem fundamentação, ou seja, palavras ao ar, enquanto que outras dão aparência de estarem substancialmente embasadas. O grande problema é que, muitas pessoas se contentam com as poucas informações transmitidas enquanto que outras se satisfazem com um simples jargão depreciativo à igreja. Se todos levassem a sério o que leem e pesquisam, levando em consideração “o todo” em detrimento do “parcial”, além do contexto e caso, creio que o número de apostasias causadas por esta negligência seria consideravelmente pequeno comparado ao atual.

Por este motivo é que, será apresentado em seguida os escritos originais de Ellen White com as principais citações concernentes a trindade fazendo um paralelo entre os escritos originais e as traduções para o português. O objetivo é mostrar que a argumentação levantada, ou acusação feita contra os tradutores e a igreja, não são capazes de suportarem seu próprio peso de evidência. Desta forma, tendo acesso a estes escritos originais, será mais fácil mostrar que a igreja, por mais débil e defeituosa que pareça ser jamais maquinou uma ação tão diabólica de traduzir erroneamente as visões e conselhos da mensageira do Senhor. Somente uma mente muito sagaz e um sentimento muito controverso à igreja para chegar a tais conclusões e ainda espalhar essas informações como se fossem a mais pura verdade.

Analisaremos as principais citações mostrando sua verdadeira raiz original para que, tais comparações, possam dar-nos mais credibilidade e segurança.

 Citações originais e traduções para o português

Nesta sequência, será apresentado a citação em português e as imagens escaneadas dos originais poderão ser vistas e comparadas. O leitor perceberá que Ellen White conservou algumas cartas escritas a punho enquanto que outras conservou apenas as datilografadas. É importante salientar que, os auxiliadores literários eram pessoas de sua confiança e as cartas datilografadas passaram por suas mãos para devidas correções antes de serem assinadas e confirmadas. Outro fato também relevante é que, não faremos uma análise em todas as cartas de Ellen White que tratam deste tema, pois o objetivo é reavaliar apenas as principais cartas por julgar que seja suficiente. Caso o leitor tenha interesse em ver todas as cartas, elas são acessíveis em qualquer centro de pesquisa Ellen White, incluindo o que serviu de base para este estudo no Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE).

A primeira citação a ser avaliada é a que foi publicada em 1906, observe: “Há três pessoas vivas pertencentes ao trio celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e estes  poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viverem nova vida em Cristo”[12].

Esta citação encontra-se no livro Evangelismo, p. 615 e foi compilada em 1946. No entanto, a impressão apareceu em 1906 publicada pela mesma autora. Na imagem da página 5 podemos ver nitidamente que tal conspiração de adulteração jamais houve. A citação original se encontra em Manuscrito 21, de 9 de janeiro de 1906, escrito em novembro de 1905 como visto na figura página 6.


Na próxima imagem, escaneada de uma página do diário de Ellen White, onde é encontrado o original, não editado da cópia escrita à mão do manuscrito 21, 1906, que se lê:

“Aqui estão as três personalidades vivas do trio celestial, nas quais cada alma arrependida dos seus pecados, recebe Cristo por fé viva, para aqueles que são batizados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”[13].


 Na próxima imagem, encontramos a seguinte citação:

“A obra está colocada diante de cada alma que reconhece sua fé em Jesus Cristo pelo batismo, e se tornou um recipiente da promessa das três pessoas – o Pai, o Filho e o Espírito Santo”[14].


Portanto, outra evidência da fidelidade de tradução. Na verdade, verifica-se forte comprovação dos fatos, de que, não houve nenhuma intenção malévola de tradução. Os escritos de Ellen White, por si, advogam a doutrina  como correta.

O Manuscrito 271 acrescenta esta citação: “O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem aqueles que verdadeiramente entram em relação de concerto com Deus”[15]. Podemos confirmar na carta de Ellen White a mesma transcrição. Observe na figura abaixo, incluindo a segunda figura (p. 9) com a assinatura de confirmação da autora:


E quanto ao Espírito Santo?

Das pessoas da Divindade, o Espírito Santo tem sido o mais atacado e desacreditado por alguns movimentos dissidentes. No entanto, neste tópico, analisaremos alguns textos históricos de Ellen White escritos a punho ou datilografados e assinados por ela autenticando o que a igreja tem ensinado há décadas a respeito da Terceira Pessoa da Divindade.

A citação encontrada no livro Evangelismo, p. 616 e 617 é uma das cartas mais acusadas de fraude. Portanto, faremos uma breve análise e comparação com o texto original para tirarmos as dúvidas. O texto reza assim: 

“Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos”.[16]  “O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, traz consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus....O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. ‘Por que qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus’ (ICo 2:11). O princípio da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo”.[17]  

E continua, “Cumpre-nos cooperar com os três poderes mais alto no Céu- o Pai, o Filho e o Espírito Santo - e esses poderes operarão por meio de nós, fazendo-nos coobreiros de Deus”[18].

 Nas imagens da página 11, podemos sanar nossas dúvidas observando, com atenção, que não há inchaço na tradução a ponto de prejudicar a crença como num todo. A citação original é verídica e pode ser encontrada em um dos Patrimônios Literários de Ellen White. A única modificação encontrada e que não coaduna com a citação original é a palavra trindade. Ellen White faz uso de Godhead que significa divindade. No entanto, mesmo que utilizássemos divindade nas traduções, o sentido exato da ideia transmitida não seria mudado.
                                                         
Original datilografado


Original escrito a punho

  
Veja a página original na íntegra:


 Alguns, talvez bem intencionados, porém desprovidos de coerência nos resultados hermenêuticos afirmam que não há uma distinção clara entre Espírito Santo e Jesus. Para não dar margem a tal pensamento, é bom vermos Ellen White afirmando que ambas são pessoas distintas. No Manuscrito 93, diz: “O Espírito Santo é o Consolador, em nome de Cristo. Ele personifica Cristo, contudo é uma personalidade distinta”[19] (Observe imagem abaixo).


Outra citação que tem sido fortemente atacada e creditada de adulteração é a encontrada no livro Desejado de Todas as Nações. Observe:

“O pecado pode ser resistido e vencido apenas através da poderosa agência da terceira pessoa da Divindade, a qual viria com energia não modificada e na plenitude do poder divino”[20]

Esta citação foi publicada pela primeira vez em 1898 e hoje se encontra e no mesmo livro. A imagem da página 13 escaneada do original, demonstra claramente que não houve tradução equivocada. Embora a palavra Trindade não esteja na carta, qualquer pessoa sensata saberia discernir que esta mudança não causa nenhuma implicação ao sentido de toda a frase e contexto. Alguém ainda poderia questionar se realmente esta carta veio de Ellen White. É importante conhecer que, ela raramente preservou os manuscritos escritos a punho. Depois de transcritas, com sua aprovação, as cartas eram catalogas e usadas para as edições de seus livros e periódicos. Esta confiança por parte de Ellen White em não manter alguns de seus manuscritos escritos a punho pode ser uma clara evidência de sua credibilidade na manutenção e cuidado das citações ao longo dos anos que se seguissem.


 Conclusão:

Como ressaltado, neste presente artigo, foram inseridas apenas algumas poucas citações por julgar que sejam suficiente. No entanto, caso ainda permaneça dúvidas a este respeito, sugiro que visite um de nossos centros de pesquisa Ellen White no Brasil (UNASP C. 2, ou IAENE) e faça uma revisão dos fatos. As evidências da autenticidade das traduções são evidentes, e precisamos crer que Deus mesmo se mantém na fiscalização de Sua obra e na manutenção de Suas Doutrinas. Ellen White mesma considerou tais fatos afirmando “Sou animada e beneficiada ao compreender que o Deus de Israel ainda guia Seu povo, e continuará com ele até o fim.”[21] Também acrescentou que “A obra está sobre a supervisão do bendito Mestre [...] O intenso anelo de ver a igreja impregnada de vida tem de ser temperado com inteira confiança em Deus”[22] E para ser mais contundente, 

“Não há necessidade de duvidar, de temer que a obra não tenha êxito. Deus está à frente da obra, e Ele porá tudo em ordem. Se, na direção da obra, houver coisas que careçam de ajustamento, Deus disso cuidará para corrigir todo erro. Tenhamos fé em que Deus há de pilotar seguramente ao porto a nobre nau que conduz o povo de Deus.”[23]

 A história da igreja tem demonstrado como o sobrenatural tem convivido com o natural. Deus tem sido presente com esta igreja ao longo desses anos e com certeza ainda permanecerá até fim. Sei que nem tudo é mar de rosas, mas não tenho dúvidas que, em se tratando de questões doutrinárias, Deus não seria absolutamente nem um pouco conivente.

O material ora exposto pode ser encontrado no livro "A história revelada e a verdade confirmada" do Pr. Gilberto Theiss. Todas as imagens divulgadas podem ser vistas na Revista Parousia publicada pela UNASPRESS e foram aqui expostas com a devida autorização.

Bibliografia

DOUGLASS, Hebert E. Mensageira do Senhor: o ministério profético de Ellen G. White. 3. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2009.
 
POIRIER, Tim. Parousia: Revista do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Ano 5, nº 1. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2006.

SILVA, Demóstenes Neves da. Perguntas e respostas sobre a trindade. Cachoeira: CEPLIB, 2009.

TIMM, Alberto R. Revista do Ancião: Teriam alguns líderes da igreja adulterado os escritos de Ellen White para advogar a doutrina da trindade?. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, out – dez 2005.

WHITE, Arthur L; WALDVOGEL, Isolina; CHRISTIANINI, Arnaldo B. Ellen G. White: Mensageira da igreja remanescente. 2. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1993.

WHITE, Ellen Gould. Evangelismo. Tradução de Octavio E Santo, Raphael de Azambuja Butler. 3.ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1997.

________________. The Seventh-day Adventist: bible commentary. U.S.A.: Review and Herald Publishing Association, 1984.

________________. Mensagens escolhidas. Tradução de Isolina A Waldvogel, Luiz Waldvogel. 4. ed. V. 3. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2010.

________________. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2004.

________________; PAGANI, Cesar Luis. Testemunhos para a igreja. v. 2. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006.

________________. Testemunhos seletos: conselhos para a igreja, selecionados de "Testimonies for the church".  V. 2. Tradução de Isolina Waldvogel, Rafael de Azambuja Butler. 6. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2009.

________________. A Igreja remanescente. 8. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2000.

WHIDDEN, Woodrow et al. A trindade: como entender os mistérios da pessoa de Deus na bíblia e na historia do cristianismo. 2. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2003.



[1] Pastor no estado do Ceará, estudioso e escritor (IAENE).
[2] Informações como esta são encontradas em diversos sites eletrônicos. Com o objetivo de não provocar um incentivo de divulgação de tais sites, justamente por não apresentarem informações e pesquisas sérias, seus nomes, títulos e autores foram omitidos propositalmente.
[3] WHITE, Ellen G.  Mensagens Escolhidas, cap. 12 a 18
[4][4] Pode-se obter uma lista completa de seu acervo literário incluindo cartas, folhetos e periódicos de Ellen White em Centro de Pesquisa Ellen White (Patrimônio Literário White) no Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE). Km 197, BR 101, Cachoeira-BA, Bairro Capoeiruçu. 44300-000.
[5] DOUGLAS, Herbert. Mensageira do Senhor, p. 108.
[6] WHITE, Ellen G. Manuscrito 4, 1891, citado em Arthur White, Ellen G. White, Mensageira da Igreja Remanescente, 2º ed. (Tatuí, SP: CPB, 1993).
[7] WHITE, carta 28, 1906, citado em ibdem, p. 332.
[8] WHITE, Ellen G. Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 89.
[9] TIMM, Alberto R. Revista do ancião 2005.
[10] DOUGLAS, Herbert E. Mensageira do Senhor, p. 110.
[11] Maiores detalhes ver Carta 11, 1884, citada em Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 96-98.
[12]  WHITE, Ellen G. Evangelismo, p. 615 -A citação original se encontra em Manuscrito 21, de 9 de janeiro de 1906, escrito em novembro de 1905. 
[13]  Idem. Manuscrito 21, 1906.
[14] Manuscrito 57, 1900, publicado no comentário bíblico adventista do sétimo dia
[15]  Manuscrito 271, 1900 (Publicado em Sevent Day Adventist Bible Comentary, 6:1075) 
[16]  WHITE, Ellen G. Manuscrito 66, 1899
[17]  Idem, Evangelismo, p. 616-617 e está localizada em Special Testimonies, Série A, nº 10, pág. 37. A palavra Trindade não será encontrada na citação original, mas tal tradução não altera o sentido de toda a expressão. Com esta palavra ou não, a revelação está falando de três pessoas divinas.
[18]  Idem. Evangelismo, 616, 617; Manuscrito 20, 1906, p.9 
[19]  WHITE, Ellen G. No Manuscrito 93, 1893, Publicado em Manuscript Releases, 20:323-325
[20]  Idem, Desejado de Todas as Nações, p. 671. 
[21] WHITE, Ellen G.  Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 406.
[22] Idem.  Testemunhos Seletos, v. 2, p. 353, 354.
[23] Idem. A igreja Remanescente, p. 68

Leia também o blog: www.adventistastrinitarianos.blogspot.com

16 agosto 2014

#rpsp Daniel 2 - Um sonho que revela o fim


#rpsp Daniel 2 - Um sonho que revela o fim

A história do capítulo dois revela duas verdades Imprescindíveis:

1º- O sonho e a interpretação concedido por Deus revela que Ele está no controle de todo o curso da história e não os deuses ou os homens.

2º - Também revela que Ele pretende usar seu povo fiel para fazer a diferença na história futura.

Em consideração especial ao Seu povo, o Onipotente está atento ao curso da história para, por meia dela, intronizar o Seu cuidado e proteção aos que lhe são fieis. Como descrito neste capítulo, a crise que sobreveio a Daniel e seus amigos pode revelar a maneira como devemos lidar com ela no futuro. A pergunta que devemos fazer nesta circunstância é: O que fez Daniel em meio a Crise? (v.16) Observe com atenção o que este jovem fez:

1º - Daniel pediu tempo para estar com Deus (v. 16);
2º - Daniel confiou em Deus (V. 16);
3º - Daniel orou com o grupo (V. 17, 18);
4º - Daniel intercedeu (V. 18);
5º - Daniel bendisse e louvou o nome de Deus (v. 19, 20);
6º - Daniel reconheceu que a solução e a sabedoria veio de Deus (v. 21-23);
7º - Daniel atendeu o chamado de Deus (V. 24-27).

Portanto, como visto, Daniel foi sensato, sábio e muito confiante em Deus. Sua postura e firmeza espiritual é o que o tornou capaz de ser um instrumento poderoso para resolver a crise e ser uma ponte de acesso ao coração do rei da nação. Lembre-se que “Deus levantará um reino que não será jamais destruído (v. 44), mas antes, Ele gostaria de usar-nos para alcançar os sinceros que estão espalhados pela babilônia espiritual revelando ao mundo que um reino próspero de paz e justiça sobrevirá muito em breve com a segunda vinda de Cristo, descrito pela pedra lançada sem auxílio de mãos. Por fim, uma pergunta precisa ser respondida, será que podemos confiar nesta mensagem? A resposta se encontra no próprio texto do capítulo de hoje, observe: “Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação” (V. 45).

Pr. Gilberto Theiss

Assista a palestra sobre o capítulo 2 aqui: https://www.youtube.com/watch?v=42t03JxQdnQ


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