19 abril 2014

O Dilema da Distração - Música cristã, bateria e comportamento



Uma Visão Geral da Música, com enfoque na Música Cristã Contemporânea, e como ela tem sido usada para desviar nossa mente da verdadeira adoração a Deus. Assista todo o vídeo e tire a sua conclusão.

18 abril 2014

PROFECIA: O domingo abraçado por romanistas e protestantes - Perseguição ideológica




Esta palestra realizada pelo pr. Gilberto Theiss, em vídeo, apresenta 3 profecias significativas que estão ocorrendo gradativamente em nossos dias, sendo: União das igrejas, rumores dominicais e união política das nações do mundo. Portanto, é interessante que esta palestra seja baixada e passada em sua igreja em uma classe bíblica com o objetivo de trazer mais informações proféticas e despertamento quanto aos dias que vivemos. Lembrando que, é importante evitar qualquer fanatismo e sensacionalismo, pois, as profecias foram dadas com o sentido de nos reavivar, nos colocar mais aos pés de Cristo e de nos envolver mais com a missão da igreja.

OBSERVAÇÃO: A palestra abaixo está em power point utilizado pelo pr. Gilberto Theiss e pode ser baixada.

Nasa prevê colapso da humanidade nas próximas décadas


A humanidade está na iminência de um colapso por conta da instabilidade econômica e do esgotamento dos recursos naturais. Essa foi a conclusão de um estudo financiado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Com o uso de modelos matemáticos a agência norte-americana previu o colapso do planeta Terra mesmo quando eram feitas estimativas otimistas, segundo o jornal britânico Independent.

Usando como modelo o colapso de antigas civilizações, como Roma, Gupta (indiana) e Han (chinesa), a Nasa concluiu que a elite da atual sociedade elevou o padrão de consumo a níveis preocupantes, disparando um alerta de colapso da nossa civilização baseada em cidades e na industrialização. "Esse ciclo de crescimento-colapso é recorrente na história da humanidade", explica o matemático Safa Motesharri.

Motesharri e sua equipe exploraram diversos fatores capazes de causar a extinção da sociedade, como as mudanças climáticas, o crescimento populacional, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que a junção desses fatores, aliada à escassez de recursos e a divisão da sociedade entre 
elite e massas termina por destruir esse arranjo social. Assim aconteceu em todos os impérios da Antiguidade, explica o cientista.

Entretanto, o cientista não considera o fenômeno irreversível. Para evitar o colapso da sociedade, o cientista diz que será necessária uma ação das verdadeiras elites para restaurar o equilíbrio econômico e do uso dos recursos naturais - essa é a única maneira de deter o impacto da ação humana sobre o meio ambiente. E aí, você também acha que estamos a caminho de destruir nossa sociedade?

(Yahoo)

Nota Gilberto Theiss: A questão financeira é de fato um dos carros chefes, se não for o único, que governa todo o sistema global. Portanto, sobre esta premissa, até a predição de colapso global parte do pressuposto financeiro. Mas, lamento afirmar que, não é somente os números da economia que andam mal. A moralidade, o respeito, os valores e princípios que podem proteger o ser humano de seus infortúnios também andam péssimos. Nada está bem neste planeta, absolutamente nada. A violência cresce assustadoramente ultrapassando a casa dos 400% de crescimento. 

A promiscuidade sexual se tornou um vírus, ou melhor, uma pandemia, infectando até mesmo a inocência infantil. O desrespeito, egoísmo e insensibilidade extrapolam a insanidade sendo a causa da morte todos os dias de milhares de pessoas ao redor do mundo, muitas assassinadas como se fossem um verme e outras por falta de alimento. Enfim, não podemos esperar nada de um mundo entregue nas mãos do ceticismo. Na medida em que Deus vai sendo expulso das vidas humanas, ao mesmo tempo,  o caos e a insanidade vão tomando espaço, evocando seu trono – o trono do colapso que mais cedo ou mais tarde surgirá.

16 abril 2014

Dúvida: Como entender Lucas 16:16, "A lei e os profetas duraram até João"?

Olá irmão x ...

Lucas 16:16 assim descreve que “A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele”. É necessário entender 3 questões importantes a este respeito, sendo:

1º A lei que durou até João não são os dez mandamentos, mas as leis cerimoniais do santuário que envolvia festas solenes, luas novas e sábados festivos que aconteciam anualmente, mensalmente e semanalmente, que apontavam para a vinda do Messias (Ef 2:15; Cl 2:14-16 – Lc 23). Todas estas leis eram mensagens em forma de simbolismos que representavam e anunciavam a vinda do verdadeiro cordeiro que tiraria o pecado do mundo (Jo 1:29). Além do mais, Jesus está fazendo uma referência a toda a escritura do Antigo Testamento que apresentava a verdade messiânica através de ritos, símbolos e mensagens proferidas pelos profetas (Jo 1:45).

2º Os profetas, juntamente com estas leis, também duraram até João - Bom, assim como as leis, Jesus está descrevendo as mensagens proferidas por estes profetas que prediziam a vinda do Messias. Todos os profetas que profetizaram a respeito da vinda do Messias seriam até João Batista que foi o último profeta que pré-anunciou e preparou o caminho de Jesus.

3º A palavra "duraram" não condiz com a realidade textual do verso. Tanto é verdade que o verso seguinte (17) afirma de forma incisiva que "é mais fácil passar o céu e a terra, que cair um til sequer da lei". Não há contradição, pois o verso 16 apenas descreve que, o que durou ou vigorou até João Batista foram as predições a respeito do Messias que estavam inseridos nas leis ritualísticas e nas mensagens dos profetas. Depois de João Batista nenhum profeta mais anunciaria a primeira vinda de Cristo porque o Cristo predito já estava entre os homens conforme a lei e os profetas predisseram.

De forma objetiva, a lei e os profetas, ou seja, Antigo Testamento, com suas mensagens que clarificaram a promessa de Deus de enviar o Messias, anunciaram sobre esta promessa até João Batista. Qualquer bom comentário bíblico adventista ou não adventista entram em pleno consenso a este respeito. O próprio João Batista foi contundente em apresentar este fato ao afirmar, "arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus" (Mt 3:2), ou seja, ele era o último profeta que desempenharia o papel de proclamador da vinda do Messias.

Observações para refletir:

1º Se a lei durou até João, porque muitos evangélicos, embora não guardem o sábado, respeitam e observam os demais 9 mandamentos?
2º Se os profetas duraram até João, como explicar as revelações do livro do apocalipse que foi escrito depois de João Batista, por volta do ano 90 d.C.?
3º Se não existem mais profetas, por terem durado até João, porque os evangélicos contemporâneos insistem na ideia de suposta revelação, papel exclusivo de profetas?
4º Se a lei terminou até João, por que Jesus disse que quem O ama guardaria seus mandamentos? (Jo 14:15, 21)
5º Se a lei terminou em João, porque Paulo citou alguns dos mandamentos de Êxodo 20 como representação clara de amor ao próximo?
6º Se a lei terminou em João, como entender as mulheres e sua mãe na carne que conheciam muito bem os ensinamentos de Jesus, por terem convivido com ele por anos e anos, e mesmo assim guardaram o sábado segundo o mandamento? (Lc 23:53-56).
7º Se a lei terminou em João, como entender os evangélicos que ensinam com insistência que o sábado foi mudado para o domingo, sugerindo a permanência da lei de um dia santo semanal?
8º Se a lei terminou em João, como entender 1º João 3:4 que diz categoricamente que pecado é a transgressão da lei? Se não existe lei, logo não existe pecado.
9º Se a lei terminou em João Batista, como entender João, o profeta, afirmar que quando recebeu as primeiras revelações deste livro era o dia do Senhor, ou seja, o dia sagrado do mandamento? (Ap 1:10)
10º se os profetas duraram até João, como entender que nos últimos dias haveria o dom da profecia? (At 2:17 e 18).
11º Se a lei terminou em João, como entender.... etc, etc, etc, etc,

 Parece que o problema não está com a lei, mas com as pessoas que interpretam equivocadamente o papel da lei. O que é importante não é a letra da lei em si, mas os princípios que estão por detrás dela. Por este motivo é que também é chamado de lei do amor (Rm 13:10; Jo 14:15), ou lei espiritual (Rm 7:14).

O tal resumo da lei que alguns evangélicos sugerem tem haver com Mateus 22:34-40. No entanto, distorcem afirmando que não há mais leis e que todas as leis agora são apenas duas, amar o próximo e a Deus. Na verdade, Jesus, nestes versos, não efetuou um novo resumo da lei, mas, citando um resumo que Moisés já havia feito no Antigo Testamento. Observe Deuteronômio 6:5 “Amar a Deus acima de todas as coisas”, e Levítico 19:18 “amar ao próximo como a ti mesmo”. Como visto, este resumo já era bem antigo e Jesus apenas fez referência a uma citação já existente desde os tempos antigos. O fato revelado aqui é que toda a lei, ou todos os mandamentos, devem ter como base a essência do amor (Rm 13:10), por se tratar de relacionamento e obediência a Deus e relacionamento com o próximo.

O grande problema é que alguns entendem que a lei de Deus foi dada para salvar e isto é um erro grotesco. Salvação é um dom que advém somente pelo sacrifício de Cristo, Sua graça eterna (Ef 2:8). A lei não foi dada para salvar, mas para nos proteger colocando-nos distante dos limites do pecado, pois, segundo as Escrituras, o pecado é a transgressão da lei (1 Jo 3:4). Por este motivo é que Paulo afirmou que se não há lei, também não há pecado, ironizando a questão (Rm 4:15).

Bom, mas a lei de Deus é como uma lei de trânsito, lei do casamento, lei da saúde, lei da gravidade, lei da química, lei da física, que favorecem a segurança e manutenção da vida, e no caso da lei de Deus, ela existe para nos conduzir os passos nos aspectos morais. Aquele que seguir sua guia, além de demonstrar claramente submissão a Deus em atos, também será beneficiado por viver longe dos limites do pecado e consequentemente longe das consequências.

Como ressaltado, o grande problema é a maneira equivocada como ensinam a lei. Ela deve ser obedecida, mas por amor e submissão a Deus, por termos sido salvos, e não para sermos salvos. Por este motivo é que Paulo afirmou em 1 Timóteo 1:8 que “Sabemos porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo”. Se a utilizarmos de forma legítima, ou correta, com certeza ela será prazerosa (Rm 7:22; Sl 1:2; 119:174), restaurará completamente a alma e dará sabedoria (Sl 19:7; 23:3),  além de ser santa, justa e boa (Rm 7:12), serão bem aventurados os que andam nela (Sl 119:1).

E por último, há uma regra valiosa para testarmos os pregadores de nosso tempo que falam em nome de Jesus, descrita por João, afirmando que, “Aquele que diz que o conhece, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso e nele não está a verdade” (1 Jo 3:4). Qualquer um que pretenda transgredir a lei de Deus e ensinar os outros a se distanciarem desta verdade deve ser considerado um legítimo mentiroso.
Vale lembra também que o Salmista já dizia que os mandamentos de Deus duraria para sempre (Sl 11:7-8) e que jamais faria mudança alguma em Sua palavra (Sl 89:34; Ml 3:6; Tg 1:17; Mt 5:17;  Lc 16:17), e que Satanás, o dragão, teria uma ira especial contra os que guardassem os mandamentos de Deus (Ap 12:17).

Bom, há muitas outras evidências que confirmam esta verdade, mas creio ser suficiente... Por demais, Deus lhe abençoe...

Gilberto Theiss é pastor na Igreja Adventista no estado do Ceará.

15 abril 2014

Os sinais cósmicos mencionados em Mateus 24:29 ainda estão para se cumprir?

 

O texto bíblico declara que a segunda vinda de Cristo seria precedida por um grande terremoto, bem como por sinais cósmicos no Sol, na Lua e nas estrelas (ver Jl 2:31; Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25; Ap 6:12, 13). Os adventistas creem que estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. 

Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações. Um dos argumentos é que esses acontecimentos não passariam de fenômenos naturais, reincidentes e explicáveis cientificamente, que não poderiam ser considerados cumprimentos proféticos. Devemos reconhecer, no entanto, que esses fenômenos são “sinais” (Lc 21:25) mais importantes pelo seu significado do que pela sua própria natureza. Além disso, em várias outras ocasiões Deus usou meios naturais com propósitos espirituais. 

Por exemplo, o dilúvio envolveu água e uma arca (Gn 6-8); e entre as pragas do Egito haviam rãs, piolhos, moscas, pestes, úlceras, saraiva, gafanhotos e trevas (Êx 7-12). De modo semelhante, os sinais cósmicos, mesmo podendo ser explicados cientificamente, apontavam para importantes realidades espirituais. Outro argumento usado contra as identificações acima mencionadas é que elas já estão demasiadamente distantes da segunda vinda de Cristo para ainda ser consideradas sinais desse evento. 

Mas Cristo deixou claro que esses sinais deveriam ocorrer “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mt 24:29), ou seja, próximo ao término dos 1.260 anos de supremacia papal (Dn 7:25). Apocalipse 6:12-14 esclarece que a sequência terremoto/sol/lua/estrelas ocorreria no contexto da abertura do sexto selo, e não do sétimo selo, que é a segunda vinda de Cristo. William H. Shea, em seu artigo “A marcha dos sinais”, Ministério, maio-junho de 1999, p. 12-13, identifica a seguinte sequência profética: (1) o grande terremoto de 1755; (2) o dia escuro de 1780; (3) o juízo sobre a besta em 1798; (4) a queda das estrelas em 1833; e (5) o início do juízo investigativo pré advento em 1844. 

Assim como o grande terremoto e o dia escuro precederam o juízo sobre a besta, a queda das estrelas antecedeu o início do juízo investigativo. Um terceiro argumento contra tais identificações é que o terremoto de Lisboa em 1755 não foi o mais intenso abalo sísmico já registrado. Independentemente de sua intensidade, o terremoto de Lisboa foi o mais significativo, em temos proféticos. Como prenúncio do término dos 1.260 anos de supremacia papal, o terremoto ocorreu em um domingo, Dia de Todos os Santos, quando os devotos católicos estavam reunidos em suas igrejas, e nenhum dos supostos santos os conseguiu proteger. 

Otto Friedrich, em sua obra O fim do mundo (Rio de Janeiro: Record, 2000), p. 227-271, afirma que alguns padres e freiras anteviram em sonhos e visões que Lisboa seria destruída. A posição tradicional adventista é confirmada em Nisto Cremos: as 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 417-419; e Tratado de Teología Adventista del Séptimo Día (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), p. 1015-1017. 

Ellen G. White, em O Grande Conflito, p. 636-637, reconhece que, por ocasião da segunda vinda de Cristo, “o Sol aparecerá resplandecendo” à meia-noite e um “grande terremoto” abalará a Terra (Ap 16:18). Mas na mesma obra (p. 304-308, 333-334), a Sra. White assegura que os sinais cósmicos mencionados especificamente pelo profeta Joel (Jl 2:31), por Cristo (Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25) e pelo apóstolo João (Ap 6:12, 13) se cumpriram respectivamente em 1755, 1780 e 1833. Portanto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aceita os eventos ocorridos nessas datas como sendo os sinais preditos em Mateus 24:29.

Dr. Alberto Timm - (Centro White  - Brasil)

12 abril 2014

Libertinagem sexual perde freios entre as mulheres


Que o mundo há tempo tem tomado uma postura decadente na área sexual, até os pornográficos e viciados em imoralidade sabem disto. Um dia desses li a entrevista de um apresentador de programa que não possui exemplos morais e tem sido uma influência muito forte para a decadência da família e do bom costume afirmar que, mesmo ele, se sente surpreendido com o nível em que as coisas chegaram no mundo atual ao que diz respeito a fidelidade e sexualidade. Portanto, se até as pessoas que fazem parte desta muvuca depravada estão se assustando, quem dirá nós! Portanto, todos, eu disse exatamente todos, não são inocentes diante das escolhas inconsequentes em que estão envolvidos na proliferação do caos sexual e de infidelidades que já chegaram ao pícaro do ridículo.

A razão deste post é referente a matéria que saiu no IG a respeito da pesquisa que aponta sexo casual sem fronteiras por parte agora das mulheres. Incrível como as coisas andam ainda de mal a pior (e eu que imaginava que o pior já havia sido alcançado), pois, o descambo desta vez paira sobre as mulheres. Claro que, a matéria já reflete o que nós já sabíamos, que a libertinagem embora fosse mais comum entre os homens, as mulheres, em algum momento da história, seria levada pelo mesmo sentimento de despudor. 

Isto mesmo, logo a mulher que é tão sonhadora e repleta de valores psicológicos que a inseri na redoma da construção familiar. Logo ela que busca realização em construir a sua família, ter o seu marido, os seus filhos e sua própria casa!!! Incrível como o pecado tem conseguido destruir esta estrutura psíquica na mulher. Incrível como tudo na mente humana pode ser praticamente reformatado. Incrível  como a mente humana pode se ajustar mesmo a uma vida sem valores, sem princípios, sem pudor, sem vergonha, sem bons costumes, sem bons exemplos. 

No entanto, embora tenhamos liberdade para permitir tal formatação é importante estar ciente que, seremos escravos das consequências. Por esta razão entre outras é que nenhum ser humano tem sido mais afetado por todas estas mudanças do que as mulheres. Pesquisas revelam que vivemos na geração dos antidepressivos, e os maiores consumidores deste tipo de medicamente são exatamente as mulheres. Os consultórios psicológicos estão lotados de pessoas, especialmente de mulheres. 

São inúmeras as pesquisas nos grandes veículos de comunicação que enumeram o quanto as mulheres têm entrado em colapso por causa de sonhos desfeitos e despedaçados devido a uma vida liberal e de sexo casual, sem compromisso e fora do casamento. Mesmo Camila Paglia, que fora membro do movimento feminista, reconheceu dias anteriores que o feminismo e toda a liberdade supra reivindicada foi um tiro no pé para o sexo feminino. Ela reconheceu que a extensão da felicidade da mulher depende especificamente dos sonhos um dia acalentados pela própria essência do que é a mulher - os que emolduram os valores de uma vida construída nos alicerces da família - de ter um esposo e filhos em detrimento de uma vida sem restrição e sem valores.

Mas, o que mais me chamou a atenção foi a conclusão da matéria do IG, que uma curiosidade é a incidência de fantasias sexuais com personalidades da televisão brasileira. Atrizes como Bruna Marquezine (33,9%), Isis Valverde (28,6%) e a apresentadora Sabrina Sato (25,3%) dominam os pensamentos dos homens. No imaginário feminino, os protagonistas são: Malvino Salvador (33,3%), Gabriel Braga Nunes (27,7%), Caio Castro (25%) e o cantor Luan Santana (13,8%).

Amigos, sabe o que isto significa? Aqueles atores e atrizes com seus corpos sensuais caprichados pelo PHOTOSHOP televisivo têm sido também os principais atores das fantasias sexuais de muitos homens e mulheres que não pulam a cerca, pelo menos no mundo real. Em outras palavras, para ser mais claro, muitas mulheres e homens, mesmo dentre os casados, quando estão na sua mais pura e inocente intimidade com seu esposo ou esposa, na verdade, embora fisicamente com o seu parceiro, mentalmente estão muito distantes. A sensualidade destes atores de novelas e filmes está invadindo a mente dos que lhes dão a devida atenção. Percebe a razão de tanto combatermos o entretenimento visual televisivo? 

Entendem porque a briga de, entre frequentar um cinema ou trazê-lo para dentro de casa, acabam redundando no mesmo problema? Como é possível vencer os hábitos de pensamentos impuros se, até mesmo os mais inocentes filmes são capazes de encher nossas mentes de areias movediças? Particularmente ainda vejo perigo na maioria dos filmes criados pelos mercadores da mídia. Vejo claramente, mesmo de forma latente, em seu conteúdo, as doutrinas de Satanás infiltradas na maioria destes entretenimentos. Satanás sabe o quão frágil se tornou a mente humana diante de seus assaltos e ele entende bem que não precisamos assistir um filme todo picante, basta um pequeno tempero, um quase nada, para manchar a possibilidade de nossa mente se tornar pura. 

Abram os olhos amigos, podemos estar tão bem acostumados com o mal que acabamos sendo incapazes de observá-lo ao nosso redor, ou melhor, em nós. Em nossos dias o mal tem ganhado fama de passivo e que uma pequena dosagem dele não é capaz de corromper os bons costumes. Afinal, ninguém é perfeito mesmo!!!!! Parece que o importante não é mais examinar as escrituras, mas, examinai o coração, se ele disser tudo bem, então, TUDO BEM, o resto? Bom, o resto é farisaísmo de quem é supostamente anti-social. Neste caso, acho que Paulo se enquadra nesta categoria, pois assim ele afirmou: "Finalmente irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento." (Fl 4:8).

Obs: Este tipo de pesquisa não reflete a sociedade feminina como um todo, pois, quem entra neste tipo de aplicativo é exatamente àqueles (as) que possuem costumes e valores duvidosos. Uma mulher de princípios e costumes devidamente coerentes jamais entram em sites de relacionamento casual. Portanto a pesquisa é completamente tendenciosa e não deve ser considerada científica ou, no mínimo, coesa com a realidade. De qualquer forma ela revela uma tendência a curto ou longo prazo do nível de decadência na sociedade.

Gilberto Theiss - Pastor na Igreja Adventista do Sétimo Dia do Ceará

11 abril 2014

“Noé” é um show de cabala e gnosticismo

Noé cabalístico
Em “Noé”, a nova e épica produção cinematográfica de Darren Aronofsky, Adão e Eva são apresentados como seres luminescentes e descarnados, até o momento em que comem do fruto proibido. Essa versão não é a da Bíblia, é claro. E, em meio a muitas outras licenças imaginativas de Aronofsky, como os monstros gigantes de lava, essa imagem levou muitos críticos de cinema a coçar a cabeça. Evangélicos conservadores se queixaram de que o filme toma muitas liberdades com o texto do Gênesis. Grupos mais liberais concederam suas indulgências ao diretor: afinal de contas, não devemos esperar que um ateu professo tenha as mesmas ideias de um crente a respeito dos textos sagrados. O caso é que os dois grupos se perderam na avaliação. Aronofsky não tomou liberdade alguma com o texto bíblico. O filme simplesmente não foi baseado na Bíblia.

Aliás, em defesa do diretor, devemos reconhecer que o filme nem sequer foi anunciado como se fosse. “Noé” não é uma adaptação do Gênesis. O filme nunca foi anunciado como “Noé da Bíblia” ou como “A História Bíblica de Noé”. Os escombros da cristandade continuam quentes o suficiente em nossos dias para que, quando alguém diz que vai fazer “Noé”, todo o mundo já presuma que vai ser uma versão da história da Bíblia. Eu tenho certeza de que Aronofsky ficou muito feliz em deixar seu estúdio pressupor isso mesmo, porque se o estúdio soubesse o que ele realmente pretendia, nunca teria permitido que ele fizesse o filme. Aronofsky tinha outras coisas em mente.

Vamos voltar à versão luminescente dos nossos primeiros pais. Eu reconheci o “motif” instantaneamente: é uma visão típica da antiga religião gnóstica. Eis uma descrição, do século 2 d.C., de algo em que a seita dos chamados ofitas acreditava: “Adão e Eva, originalmente, possuíam corpos sutis, luminosos e, por assim dizer, espirituais. Mas, quando chegaram aqui, seus corpos se tornaram escuros, pesados e desidiosos” (descrito por Irineu de Lyon, em Contra Heresias, I, 30,9).

Ocorreu-me que uma tradição mística mais estreitamente relacionada com o judaísmo, chamada cabala (que a cantora Madonna popularizou há cerca de uma década), teria certamente conservado uma visão semelhante, já que ela é, essencialmente, uma forma de gnosticismo judaico. Eu sacudi o pó do meu exemplar da obra The Kabbalah, escrita no século 19 por Adolphe Franck, e confirmei rapidamente as minhas suspeitas: “Antes de serem seduzidos pela sutileza da serpente, Adão e Eva não apenas eram isentos da necessidade de um corpo, mas sequer tinham corpo; ou seja, eles não eram da Terra.”

Franck cita o Zohar, um dos textos sagrados da cabala: “Quando nosso pai Adão habitava o Jardim do Éden, ele vestia, como todos no Céu, uma roupa feita de luz superior. Quando foi expulso do Jardim do Éden e obrigado a submeter-se às necessidades deste mundo, o que aconteceu? Deus, dizem as Escrituras, fez para Adão e para a sua esposa túnicas de pele e os vestiu; antes disso, eles vestiam túnicas de luz, da luz mais alta que havia no Éden...” [Até aí, tudo bem. Ellen White também diz que Adão e Eva usavam “vestes de luz”, mas não que fossem espíritos ou coisa parecida. – MB]

Isso é uma coisa obscura, eu sei. Mas a curiosidade tomou conta de mim e eu fui a fundo. Descobri que o primeiro longa de Darren Aronofsky foi “Pi” (de 1998; não confundir com “Life of Pi”, que não tem nada a ver com isso). Quer saber qual era o assunto? Tem certeza? Cabala. Consegui chamar a sua atenção? Ótimo.

O universo do “Noé” de Aronofsky é completamente gnóstico: um universo com graus “superiores” e “inferiores”. O “espiritual” é bom, e muito, muito, muito elevado: é lá onde mora o deus inefável; e o “material” é ruim, e muito, muito, muito inferior: é aqui, onde os nossos espíritos estão presos em carne material. Isto vale não apenas para os filhos e filhas decaídos de Adão e Eva, mas também para os anjos caídos, descritos explicitamente como espíritos aprisionados em “corpos” materiais feitos de lava derretida resfriada.

O filme criou personagens muito bacanas, mas sua evocação gnóstica também é notória. Os gnósticos os chamam de arcontes, seres divinos ou angelicais de menor escalão, que ajudam “O Criador” na formação do universo visível. E a cabala tem um panteão todo próprio de seres angelicais que sobem e descem pela “escada do ser divino”. E anjos caídos nunca são totalmente caídos nesse tipo de misticismo. Para citar de novo o Zohar, um texto central da cabala: “Todas as coisas de que este mundo é composto, tanto o espírito quanto o corpo, voltarão ao princípio e à raiz de onde vieram.” Engraçado: é exatamente o que acontece com os monstros de lava de Aronofsky. Eles se redimem, mudam até de pele e voam de volta para os céus. Aliás, eu notei que, no filme, quando a família de Noé vai caminhando por uma terra desolada, Sem pergunta ao pai: “Esta é uma mina Zohar?” Pois é: o nome do texto sagrado da cabala.

O filme inteiro é, figurativamente, uma mina Zohar.

E, se havia alguma dúvida sobre os “Vigilantes”, Aronofsky dá nome a vários deles: Samyaza, Magog e Ramil. Todos são demônios conhecidos da tradição mística judaica, não só da cabala, mas também do Livro de Enoc.

O quê? Demônios redimidos? Adolphe Franck explica a cosmologia da cabala: “Nada é absolutamente mau; nada é maldito para sempre, nem mesmo o arcanjo do mal ou, como ele é chamado às vezes, a fera venenosa. Chegará um tempo em que até ele recuperará o seu nome e a sua natureza angelical.”

Sim, isso é estranho, mas, por outro lado, todo mundo no filme parece adorar “O Criador”, certo? E isso é um ponto a favor do filme, não é? Não.

Acontece que, quando os gnósticos falam do “Criador”, eles não estão falando de Deus. Aqui, em nosso mundo que colhe os frutos da cristandade, o termo “Criador” geralmente denota o Deus vivo e verdadeiro. Mas, no gnosticismo, o “Criador” do mundo material é um filho bastardo de uma divindade de baixo nível, ignorante, arrogante, ciumento, exclusivista, violento e rasteiro. Ele é o responsável pela criação do mundo “não espiritual”, de carne e matéria, e ele mesmo é tão ignorante do mundo espiritual que se imagina como o “único Deus” e exige obediência absoluta. Os gnósticos geralmente o chamam de “Javé”. Ou de outros nomes, como Ialdabaoth, por exemplo.

Este “Criador” tenta manter Adão e Eva longe do verdadeiro conhecimento do divino e, quando eles desobedecem, fica furioso e os escorraça do paraíso.

Em outras palavras, caso você tenha se perdido no enredo: a serpente estava certa o tempo todo. Esse “deus”, “O Criador”, a quem eles adoram, está retendo para si algo que a serpente poderia lhes proporcionar: nada menos que a própria divindade.

O universo do misticismo gnóstico tem uma desconcertante infinidade de variedades. Mas, em geral, elas têm em comum o fato de chamar a serpente de “Sophia” [Sabedoria, em grego] ou “Mãe”. A serpente representa o divino verdadeiro. As declarações do “Criador” é que são falsas. Então a serpente é um personagem importante no filme?

Vamos voltar ao filme. A ação começa quando Lamec está prestes a abençoar seu filho, Noé. Lamec, de modo muito estranho para um patriarca de uma família que segue a Deus, puxa uma relíquia sagrada, a pele da serpente do Jardim do Éden. Ele a enrola no braço e estende a mão para tocar no seu filho; neste momento, um bando de saqueadores interrompe a cerimônia. Lamec é morto e o “vilão” do filme, Tubal-Caim, rouba a pele da serpente. Noé, em resumo, não recebeu o suposto benefício que a pele da serpente lhe concederia.

A pele não se acende magicamente no braço de Tubal-Caim: aparentemente, ele também não fica “iluminado”. E é por isso que todo mundo no filme, incluindo o protagonista Noé e o antagonista Tubal-Caim, adora “O Criador”. Todos eles estão enganados.

Vou esclarecer uma coisa: muitos críticos manifestaram perplexidade ao ver que não há nenhum personagem “apreciável” no filme e que, de quebra, todos parecem adorar o mesmo Deus. Tubal-Caim e seu clã são maus e do mal, mas o próprio Noé também se mostra muito mau quando abandona a namorada de Ham e quase mata duas crianças recém-nascidas. Alguns acharam que essa passagem era uma espécie de profunda reflexão sobre o mal que existe em todos nós. Mas aqui vai outro trecho do Zohar, o texto sagrado da cabala: “Dois seres [Adão e Nachash, a serpente] tiveram relações com Eva [a segunda mulher] e ela concebeu de ambos e deu à luz dois filhos. Cada um seguiu um dos progenitores masculinos e seus espíritos se separaram, um para um lado, o outro para o outro, assim como, similarmente, seus caráteres. No lado de Caim estão os da espécie do mal; no de Abel, uma classe mais misericordiosa, mas não ainda totalmente benéfica: são vinho bom misturado com vinho ruim.” Soa familiar?

De qualquer forma, todo mundo está adorando a “divindade do mal”, que quer destruir a todos (na cabala, diga-se de passagem, acredita-se que muitos mundos já foram criados e destruídos). Tanto Tubal-Caim quanto Noé tem cenas idênticas, olhando para o céu e perguntando: “Por que não falas comigo?” “O Criador” abandonou a todos porque tem a intenção de matar a todos.

Noé tinha tido uma visão da vinda do dilúvio. Ele está se afogando, mas vê animais que flutuam na superfície, na segurança da arca. Não há nenhuma indicação de que Noé se salvará. Ele não sabe como explicar as coisas para a sua família: afinal, ele está afundando enquanto os animais, “os inocentes”, se salvam. “O Criador”, que proporciona essa visão a Noé, quer que todos os seres humanos morram.

Muitas resenhas críticas estranharam a mudança de Noé, que, na arca, se torna um maníaco homicida querendo matar as duas netas recém-nascidas. Não há nada de estranho nisso. Na opinião do diretor, Noé está adorando um deus falso que também é um maníaco homicida. Quanto mais Noé se torna fiel a esse deus, mais ele se torna homicida. Ele vai se transformando cada vez mais na “imagem do deus”, a mesma “imagem do deus” constantemente mencionada (e encarnada) pelo vilão Tubal-Caim.

Mas Noé decepciona “O Criador”. Ele não acaba com todas as vidas, do jeito que seu deus quer que ele faça. “Quando eu olhei para aquelas duas meninas, meu coração se encheu somente de amor”, diz ele. Agora Noé tem algo que “O Criador” não tem: amor. E misericórdia. Mas de onde ele tirou isso? E por que agora?

Na cena imediatamente anterior, Noé matou Tubal-Caim e recuperou a relíquia da pele de cobra: “Sophia”, a “Sabedoria”, a verdadeira luz do divino. Apenas uma coincidência, claro...

Bom, estou quase terminando.

Falemos do arco-íris. Ele não aparece no final só porque Deus faz uma aliança com Noé. O arco-íris aparece quando Noé fica sóbrio e abraça a serpente. Ele enrola a pele em volta no braço e abençoa a família. Não é Deus que os encarrega de se multiplicar e encher a Terra, mas sim Noé, em primeira pessoa, usando o talismã-serpente (a propósito, não é casual que os arco-íris sejam todos circulares. O círculo do “Um”, o Ein Sof, na cabala, é o sinal do monismo).

Observe esta mudança: Noé estava bêbado na cena anterior. Agora ele já está sóbrio e “iluminado”. Um cineasta nunca monta uma sequência dessas por acidente. Noé transcendeu e superou aquela divindade ciumenta e homicida.

Faço algumas advertências depois de tudo isso.

Primeiro, a especulação gnóstica tem várias perspectivas. Alguns grupos se mostram radicalmente “dualistas”, com “O Criador” sendo de fato um “deus” completamente diferente. Outros são mais “monistas”, com Deus existindo em uma série de emanações descendentes. Outros, ainda, consideram que a divindade inferior pode “crescer”, “amadurecer” e ascender na “escala” do ser, rumo a maiores alturas. Noé, provavelmente, se encaixa um pouco em cada categoria. É difícil dizer.

Minha outra advertência é esta: há uma tonelada de imagens, citações e temas da cabala neste filme e eu não conseguiria citar todas elas neste único texto. Por exemplo: a cabala geralmente se baseia em letras e números hebraicos; os “Vigilantes” pareciam ter, deliberadamente, a forma de letras hebraicas.

Eu não veria este filme de novo para escavar detalhadamente todas essas referências, nem sequer se você me pagasse (até porque, de um mero ponto de vista cinematográfico, achei a maior parte do filme insuportavelmente chata). O que posso dizer, tendo visto a produção somente uma vez, é o seguinte: Darren Aronofsky produziu uma releitura da história de Noé sem embasamento algum na Bíblia. É uma releitura totalmente pagã da história de Noé, baseada em fontes gnósticas e da cabala. Para mim, não resta simplesmente nenhuma dúvida sobre isso.

Agora deixem-me dizer qual é o verdadeiro escândalo em tudo isso.

Não é o fato de que o filme foge à versão bíblica. Não é o fato de que os críticos cristãos, decepcionados, tinham expectativas altas demais. O escândalo é este: de todos os líderes cristãos que fizeram um grande esforço para endossar esse filme (pelo motivo que fosse: “Porque é um início de diálogo”, “Porque Hollywood está pelo menos fazendo alguma coisa ligada à Bíblia”, etc.) e de todos os líderes cristãos que o condenaram por “não seguir a Bíblia”, nenhum conseguiu identificar uma subversão flagrantemente gnóstica da história bíblica, por mais que ela estivesse bem debaixo dos seus narizes.

Eu acho que Aronofsky se propôs a experiência de nos fazer de bobos: “Vocês são tão ignorantes que eu sou capaz de colocar Noé (Russell Crowe!) nas telas e retratá-lo literalmente como a ‘semente da serpente’ e, mesmo assim, todos vocês vão assistir e apoiar.”

Aronofsky está dando risada. E todos os que caíram no trote deveriam se envergonhar. E olhem que foi uma experiência gnóstica impressionante! No gnosticismo, somente a “elite” possui “o saber” e o conhecimento secreto. Todo o resto das pessoas é um bando de ingênuos e tolos ignorantes. O “grande evento” desse filme é ilustrar esta premissa gnóstica: nós, “o resto”, somos ingênuos e tolos.

Será que a cristandade poderia acordar, por favor?

Em resposta, eu tenho uma sugestão simples: de hoje em diante, nenhum seminarista deveria avançar de etapa se não demonstrasse que leu, digeriu e entendeu o texto Contra Heresias, de Irineu de Lyon. Afinal de contas, estamos novamente no século 2 d.C.

Post scriptum: alguns leitores podem achar que eu estou sendo duro demais com as pessoas porque elas não perceberam o gnosticismo no coração desse filme. Eu não espero que os espectadores em geral percebam essas coisas. O que eu esperava deles, aliás, era exatamente o que vimos: uma confusão de coçar a cabeça. Mas espero, sim, uma reação muito diferente dos líderes cristãos: professores de seminários e de universidades, párocos, doutores. Se uma pele de serpente enrolada no braço de um personagem bíblico não dispara nenhum alarme diante deles... eu não sei nem o que dizer.

(Brian Mattson, Aleteia) via (Criacionismo)


05 abril 2014

Congressistas de Israel chegam a acordo sobre o domingo

Um dia a mais de descanso
Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home) e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid) chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês. O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel. Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como “dias extras” durante o ano letivo.

O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso, a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.

Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.

Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.

Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.

(Israel National News, via Minuto Profético e criacionismo)

04 abril 2014

Ariano Suassuna detona teoria da evolução com um pegador de roupa!

video

Nota Gilberto Theiss: Um prendedor de roupas é significativamente algo tão simples que, ao pensar nas demais complexidades que completam a vida, o assombro se torna inevitável e a humilhação à teoria da evolução mais uma vez estabelecida. Talvez seja por isto que o CÉTICO Paul Davies precisou reconhecer:


“Meu trabalho científico”, explica, “levou-me a acreditar, cada vez mais intensamente, que a constituição do universo físico atesta um engenho tão assombroso que não posso aceitá-lo apenas como fato bruto. Parece-me que deve haver um nível mais profundo de explicação. (DAVIES, Paul. A mente de Deus. Rio de Janeiro: Ediouro, 1994).

02 abril 2014

O que Ellen White não disse

Recentemente vi uma mensagem de um programa de TV, onde o assunto era sobre a salvação, o vídeo pode ser visto no youtube. O apresentador do programa, citou o livro de Ellen White chamado "Primeiros Escritos", Páginas 257 e 258, ele fez a citação da seguinte maneira:.
"Ellen White vai dizer o seguinte: que A salvação das almas humanas depende dos seus escritos".
.
Meu querido leitor, o texto mencionado realmente existe, porém não da maneira como foi citado e interpretado. Para que todos possam averiguar, coloco abaixo o texto na íntegra e com sua verdadeira interpretação (o que realmente nem seria necessário porque o texto é claro e não necessita de reinterpretação). O texto diz:
.
"Vi um grupo que permanecia bem guardado e firme, não dando atenção aos que faziam vacilar a estabelecida fé da comunidade. Deus olhava para eles com aprovação. Foram-me mostrados três degraus - a primeira, a segunda e a terceira mensagens angélicas. Disse o meu anjo assistente: "Ai de quem mover um bloco ou mexer num alfinete dessas mensagens. A verdadeira compreensão dessas mensagens é de vital importância. O destino das pessoas depende da maneira em que são elas recebidas." De novo fui conduzida às três mensagens angélicas, e vi a que alto preço havia o povo de Deus adquirido a sua experiência." Ellen White, Primeiros Escritos - Páginas 257 e 258. (Grifos meus).
.
Portanto o texto foi sem dúvida mal interpretado no dito programa televisivo. Embora Ellen White não tenha citado o capítulo e nem o versículo, qualquer estudioso da bíblia e das profecias sabe que ela está se referindo ao capítulo 14:6-11 de apocalipse, onde é mencionado as três mensagens angélicas e não a seus escritos pessoais como norma de salvação das almas.
.
Ellen White afirma neste texto que o destino das pessoas depende muito da maneira de como elas receberão as advertências das três mensagens angelicais.
.
Quais são então essas mensagens angelicais? E qual o seu significado?
.
Primeiro anjo - Apoc. 14:6 - "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo..."
.
O verso 6 começa dizendo que João viu um anjo voar pelo meio do céu, esse é o primeiro anjo numa série de três. O vôo do anjo pelo meio do céu, a grande voz com que é proferida a advertência, evidenciam a rapidez e extensão mundial em que esta mensagem seria levada a todos os povos, nação, tribo, língua e povo. O evangelho eterno não representa apenas a validade, autenticidade e a plenitude de toda a bíblia, mas também a boa notícia de que Jesus nos salva do pecado e nos restaura à comunhão com Deus. A cruz de Cristo é o ponto focal dessa boa notícia. Este primeiro anjo assim como os dois outros anjos, são representados pelos verdadeiros cristãos que proclamam a verdade pelo mundo. Não é difícil entender dessa maneira porque não são literalmente anjos que estão pregando o evangelho pelo mundo mas mensageiros humanos que foram comissionados por Cristo (Mateus 28:16-20). A palavra grega para "anjo" às vezes significa um mensageiro humano (S. Mateus 11:10; S. Lucas 9:52). Indubitavelmente, anjos do céu se acham intensamente envolvidos na mesma obra, mas a proclamação do evangelho foi confiada a cristãos comissionados por Cristo como descritos acima.
.
Apoc. 14:7 - "Dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas".
.
Temer a Deus, segundo recomendado no texto acima, significa aproximar-se dEle com reverência, respeito e lealdade. Também significa um alerta para a importância da verdade divina apresentado nas mensagens desses versos para o tempo do fim. A expressão "chegou a hora de seu juízo" nos leva diretamente ao juízo descrito em Daniel 7:9-14; 8:9-14 e 9:22-27. Esses versos tanto de Apocalipse quanto de Daniel chama o julgamento divino que precede o segundo advento de Jesus, portanto que já ocorre em nossos dias. (Para uma compreensão melhor, é necessário estudar sobre as 2300 tardes e manhãs e os juízos no santuário terrestre e celestial).
.
É importante lembrar que todo julgamento acontece porque determinadas leis foram transgredidas. Não tem sentido um julgamente sem lei. Para que julgar se não existe lei? Pela descrição do verso 12, fica evidente que os que são absolvidos consequentemente chamados de santos são os que guardam os mandamentos de Deus. A lei de Deus em seus mandamentos (Êxodo 20), é que serão as normas de julgamento para todo ser humano.
.
"Dai-Lhe Glória", Existe um paralelo entre essa frase do primeiro anjo de Apocalipse e I Cor. 6:20 - "Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus".
.
A glória de Deus é revelada no corpo e no espírito (caráter). Um relacionamento de entrega contínua a Deus resulta em vida completamente transformada, renovada até mesmo no corpo. Glorificamos a Deus de duas formas, sendo em conservar o corpo na mais perfeita condição saudável possível e no caráter, para a habitação do Espírito Santo (I Cor. 10:31; I Cor. 16:17). Uma vida de submissão a Deus resulta em uma vida de vigor, saúde não apenas no corpo mas também de um caráter renovado a semelhança do caráter de Jesus. A mensagem de saúde e de renovação da mente e do caráter são condições importantes para honrar e glorificar a Deus em nossas vidas. Uma pessoa que desrespeita as leis do organismo e da saúde sentenciando seu sofrimento e morte não pode estar em condições de viver num céu maravilhoso onde essa indiferença não poderá existir. Da mesma forma que não poderá viver no céu ao lado de Deus alguém que diz amá-Lo mas continua praticando atos imorais tendo assim um caráter ainda maculado. Esta mensagem é significativa porque apela para renuncias e entrega completa de nossas vidas a Deus.
.
"Adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas".
.
O significado da vida está e é expresso na verdadeira adoração ao Criador. O apelo do primeiro anjo para adorar "Aquele que fez" todas as coisas destina-se a conduzir-nos de volta à perfeita comunhão com o nosso Criador". Este verso nos leva diretamente ao texto de Êxodo 20:8-11 nos fazendo lembrar que Deus criou a vida na terra como o céu, a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou dessas obras. Assim o texto apela para descansarmos também de nossas obras com o objetivo de O adorar como o Criador de todas as coisas. A mensagem do primeiro anjo é sem dúvida alguma um apelo para que a humanidade se lembre novamente do dia de sábado para o separar a Deus como memorial da existência humana e de toda vasta criação. É interessante analisar este texto e sua importância para os dias atuais, num contexto de evolucionismo e ateísmo crescente e de um falso sábado (domingo) sendo introduzido e defendido com força até mesmo políticamente.
.
Um dos temas centrais do Apocalipse, e também de toda a bíblia, é o conflito da adoração e o contraste entre o verdadeiro e o falso culto.
.
No estágio final da história humana, antes do retorno de Cristo, esse conflito deve atingir o seu ponto mais alto. As opções disponíveis são um dedicado culto a Deus ou um arremedo de culto à besta (Mat. 24:24; João 4:23, 24; Apoc. 13:8, 11-18). O sábado será indiscutivelmente a pedra de toque entre os que servem a Deus e os que não o servem. Sinal de Deus (Ezequiel 20:12,20) X sinal da besta (Apocalipse 13:15-17). (Sinal ou marca)
.
Segundo anjo - Apocalipse 14:8 - "E outro anjo seguiu dizendo: Caiu, caiu babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição".
.
Deus proclama na mensagem do segundo anjo um apelo urgente motivado pelo amor e pela intransigente verdade expressa em Sua palavra. Essa mensagem toma a forma de uma denúncia e punição porque falsos sitemas religiosos de salvação em geral e de filosofias têm rejeitado a luz da mensagem do primeiro anjo levando o mundo a deslealdade a Deus.
.
O termo babilônia é derivado de babel e significa confusão. É empregado nas Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata. Em Apocalipse 17:1-6, babilônia é representada por uma mulher, figura que a bíblia usa como símbolo de igreja (Efésios 5:25), sendo uma mulher vestida do sol (Apoc. 12:1), representando a igreja verdadeira, e a mulher embriagada, mãe das prostituições, representando a babilônia ou sistemas religiosos falsos. No verso 5 do capítulo 17 de Apoc. pode-se entender que existe uma igreja falsa com muitas filhas, uma igreja denominada como mãe e muitas outras denominadas como filhas. Igreja falsa são muitas (Apoc. 17:5), e igreja verdadeira é apenas uma (Apoc. 12:1). Para conseguirmos compreender quais os sistemas religiosos falsos é necessário compreender bem a mensagem dos três anjos por serem elas as mensagens finais de advertência ao mundo religioso.
.
Embora babilônia simbolize todos os falsos sistemas religiosos, nos últimos dias envolverá especifcamente a união mundial do papado, do protestantismo apostatado, e do espiritismo moderno, em defesa total ao domingo em oposição ao sábado bíblico que é o sinal de Deus (Ezequiel 20:12,20). Sinal de Deus x sinal da besta. Por ordem de Deus, essa união perderá o seu poder, como aconteceu com a primeira cidade de babel. Por esta razão é que se usa a expressão "caiu, caiu, a grande babilônia (Apoc. 16:13,17; 17:17).
.
Terceiro anjo - Apocalipse 14:9-10 "E seguiu-os o terceiro anjo, dezendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus..."
.
A mensagem do terceiro anjo é uma séria advertência aos que aceitarem o sinal da besta em lugar do sinal de Deus. Pelo fato do sinal de Deus ser o Sábado (Ezeq. 20:12,20), o sinal da besta deve também ser um dia da semana contrário ao de Deus. O domingo é a marca distintiva da apostasia (Apoc. 13:16-17). A alternativa do selo de Deus é a marca da besta - o sinal distintivo da autoridade do cristianismo apóstata, exercida sem levar em consideração a escolha ou a consciência individual.
.
O domingo que é defendido por muitas igrejas evangélicas nada mais é do que o sinal da autoridade católica. A própria igreja romana assume históricamente em numerosas declarações oficiais que não foi Jesus quem mudou o sábado para o domingo, mas a igreja. O trecho que se segue foi extraído de The Convert's Cathecism of Catholic, edição de 1977, veja abaixo:
.
"Pergunta: Qual é o dia de repouso?
Resposta: O sábado é o dia de repouso.
Pergunta: Porque observamos o domingo em lugar do sábado?
Resposta: Observamos o domingo em lugar do sábado porque a igreja católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo". Peter Geiermann (Rockford: Tan Books and Publishers), Pág. 50.
.
O erudito católico romano, John A. O'Brien, em seu livro de sucesso> The Faith of Millions, decalra o seguinte:
.
"Visto que o sábado, e não o domingo, é especificado na bíblia, não é curioso que os não-católicos, que alegam extrair sua religião diretamente da bíblia, e não da igreja, observem o domingo em lugar do sábado?" E prossegue dizendo que o costume de guardar o domingo "se baseia na autoridade da igreja católica, e não num texto explícito na bíblia". Edição revista (Huntington: Our Sunday Visitor, Inc., 1974), págs. 400,401.
.
A aberta admissão da igreja católica romana de que, como instituição, foi responsável pela mudança do sábado pelo domingo como dia de guarda claramente indica o espírito de apostasia dessa organização. Que direito têm os homens de mudar a lei de Deus? O próprio Jesus disse que era mais fácil acabar o céu e a terra do que tirar um i ou um acento da lei de Deus (luc. 16:17). É válido lembrar que as Escrituras predisseram, mas não aprovam, essa tentativa de mudar a lei de Deus (Dan. 7:25). A advertência do terceiro anjo é clara contra aqueles que defenderem a mentira contra a verdade de Deus expressa em sua palavra. Os que adoram a Deus ficarão do lado da verdade e os que adoram a besta irão preferir ficar do lado do falso sábado. O sábado será sem dúvida a pedra de toque da lealdade a Deus; pois é o ponto da verdade especialmente mais controvertido.
.
O termo Mão e fronte ou testa são figurativos e representam: Mão (Trabalho, poder - Eclesiastes 9:10), fronte (Decisão, escolha, entendimento - Romanos 7:25). Portanto significam exercer o poder da escolha a favor de Deus ou da besta.
.
Basicamente essas são as mensagens dos três anjos para os dias finais da história deste mundo. Ellen White estava mencionando a importância que essas mensagens teriam para o destino de toda raça humana. Advertência e salvação é o tema da mensagem.

Outras Postagens semelhantes

Related Posts with Thumbnails