18 maio 2015

Seres humanos são 50% bananas?

Sequência de DNA não é tudo
[Quando publiquei no ano passado a tirinha abaixo, sites evolucionistas me acusaram de apresentar dados sem referências (E como poderia fazer isso no espaço de uma tirinha?). Agradeço ao amigo Everton por se lembrar disso e fornecer as evidências necessárias. – MB.]

Em 2012, o consórcio internacional de cientistas de plantas sequenciou o genoma da banana e descobriu que ela contém mais de 36.000 genes, portanto, praticamente o dobro do genoma humano.[1, 2, 3] Genomas de plantas são incrivelmente dinâmicos, o que as torna um dos organismos mais fascinantes e ao mesmo tempo mais difíceis de estudar, afirma Eric Lyons, um dos coautores do estudo.[4]

Frequentemente, os evolucionistas utilizam a homologia (semelhança de DNA) como base científica para a sugestão de ancestralidade comum. No entanto, semelhanças genéticas poderiam facilmente ser vistas como resultado de um projeto comum, em vez de descendência comumAgentes inteligentes regularmente reutilizam peças que funcionam em diferentes sistemas (por exemplo, rodas para automóveis e rodas para aviões).

A sequência de DNA não é tudo o que distingue os diferentes tipos de organismos. E o que dizer, então, da banana? Cientistas têm alegado que o ser humano compartilha 50% de seus genes com a banana.[5, 6] O evolucionista Steve Jones, geneticista britânico de renome, com humor, disse: “Nós também compartilhamos cerca de 50% de nosso DNA com bananas e isso não nos faz meia banana a partir da cintura para cima ou da cintura para baixo.”[6]

(Everton F. Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM) via (Criascionismo)

Referências:
2. MGC Project Team. “The completion of the Mammalian Gene Collection (MGC).” Genome Res. 2009; 19(12):2324-2333. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19767417 
3. Ezkurdia IJuan DRodriguez JMFrankish ADiekhans MHarrow JVazquez JValencia ATress ML. “Multiple evidence strands suggest that there may be as few as 19 000 human protein-coding genes.” Hum Mol Genet. 2014; 23(22):5866-78.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24939910
4. “Banana Genome Sequenced.” [Jul. 2012]. Sci-NewsDisponível em: http://www.sci-news.com/genetics/article00477.html
5. Robert McCredie May, citado por Coglan A, Boyce N. “The End of the Beginning: The first draft of the human genome signals a new era for humanity.” New Scientist magazine (1 Jul 2000), 167:5.
6. Jones S. Entrevista ao Museu Australiano em The Science Show, transmitido pela rádio ABC, 12 Janeiro de 2002.

12 maio 2015

A Bíblia condena o sexo oral e anal?

A Bíblia condena o sexo oral e anal?

O modo natural é o sexo vaginal. A vagina tem forma, dimensões e elasticidade próprias para o coito; tem inervação capaz de despertar na mulher, o desejo e o prazer sexuais. No casamento monogâmico, a vagina não oferece risco de contágio infeccioso; é a via natural para o início de uma gravidez.

 A boca e o ânus/reto, não apresentam inervação erótica; são fontes certas de infecção e não levam à gravidez. O sexo oral ou anal é egoísta porque, geralmente, só dá prazer ao homem. A Bíblia diz que é contra a natureza, contra a vontade de Deus. Não deve ser praticado, portanto.

Estamos vivendo dias semelhantes aos de Sodoma e Gomorra. As fantasias e aberrações sexuais atingiram o seu apogeu.. Essas alternativas sexuais são fruto do hedonismo, esta corrida louca em busca do prazer, tão características desta geração .
Sexo oral, embora tenha seus defensores ou aqueles que são tolerantes, não é recomendável do ponto de vista da saúde.

Os tecidos da cavidade bucal não têm condições de resistir à ação de microorganismos que tem o seu habitat no canal vaginal ou na uretra masculina. Este comportamento sexual tem facilitado a transmissão de enfermidades venéreas transportadas agora para a boca, laringe ou faringe. Dentistas têm encontrado abcessos nas gengivas provenientes de bactérias próprias do aparelho geniturinário. A boca não foi planejada por Deus senão para as finalidades que já conhecemos. A psicologia e a psicanálise explicam tais fenômenos com base nos estágios do desenvolvimento psicossexual, confirmando o princípio bíblico na dimensão emocional e espiritual do ser humano.

Muito mais repugnante e abominável é o sexo anal. Ao criar o homem e a mulher, conforme lemos em Gênesis1:27, o Criador fê-los cada um com sua anatomia e fisiologia próprias . Assim ,o ânus não foi feito para a finalidade sexual. A medicina condena tal prática. É fácil de entender. A mucosa anal favorece a proliferação de germes patogênicos, responsáveis pelas doenças sexualmente transmissíveis.

As esposas infelizes, abusadas e desrespeitadas por seus maridos com estes aberrativos e bestializados instintos, são vítimas de herpes, além de outras infecções graves. Para aquelas com tendências a hemorróidas, o problema é ainda mais sério .
Sangramentos, fissuras, estrangulamentos são comuns. Qualquer médico pode confirmar.

Lemos em Romanos 1:24 e 26 : “Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram ao uso natural, no contrário à natureza.”

Devemos esclarecer que Deus não é contra o sexo normal, dentro das fronteiras sagradas do matrimônio, mas há limites. Aqui está resumidamente a lista do que Deus condena de maneira absoluta e inegociável:

1. Deus é contra a pederastia, o lesbianismo, a pedofilia (sexo com crianças). Lev. 18: 22 . “Com varão não te deitarás, como se fosse mulher. Abominação é.”

2. Deus é contra a prostituição . I Tess. 4:3. “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais de prostituição.” Não haverá prostitutas dentre as filhas de Israel.”Deut.23:17.

3. Deus é contra a bestialidade . “Não te deitarás com um animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele : é confusão.” Lev. 18:23.

4. Deus é contra o incesto, isto é, união sexual com parentes chegados : pai, mãe, madrasta, padrasto, irmão, irmã, tios, noras, genros, sogros, netos, (ler Lev.18).

5. Deus é contra o adultério. “Não adulterarás.” (Êxo.20:14Ler ainda Mat.5:27 e 28).

6. Deus é contra o estupro. (Ler Deut. 22:25-29).

7. Deus é contra a fornicação. (Ler Apoc. 21:8).

8. Deus é contra a lascívia. “Mas, as obras da carne são.... lascívia significa: sensualidade, imoralidade, libidinagem, licenciosidade, impudícia.”

9. E finalmente Deus é contra os abusos e fantasias sexuais anormais, como já foi exposto.

30 abril 2015

Candidato ao STF defende a poligamia

Fachin com a esposa (só uma?)
A presidente Dilma Rousseff indicou o advogado e professor Luiz Edson Fachin para o Supremo Tribunal Federal. Sou dedicado. Quando a petista escolheu Roberto Barroso, por exemplo, decidi ler um livro escrito pelo homem: O Novo Direito Constitucional Brasileiro. Antes de ele ser aprovado pelo Senado, escrevi uma série de artigos a respeito do seu pensamento. Estão aqui. Previ problemas. Barroso integrou a nova maioria que absolveu a cúpula petista do crime de formação de quadrilha no julgamento dos embargos infringentes. Mais: ele é o autor intelectual da Ação Direta de Inconstitucionalidade que pretende proibir a doação de empresas a campanhas eleitorais, o que jogaria o sistema político na clandestinidade. Eu estava certo. Agora, decidi ler o pensamento do professor. É chocante.

Publiquei nesta segunda um post a respeito. Demonstrei que o doutor está empenhado em teses que simplesmente destoem qualquer noção comezinha de família, como essencialmente a conhecemos nos países ocidentais ao menos. É tal a quantidade de barbaridades que trazem a sua chancela que não conseguirei resumir tudo neste segundo post. Outros haverá a respeito.

Além de ser um teórico dos direitos da amante, o professor flerta abertamente com a poligamia. Sim, senhores! Vocês leram direito. O agora candidato ao Supremo prefaciou um livro que faz a apologia da poligamia, intitulado Da Monogamia – A sua superação como princípio estruturante da família, de Marcos Alves da Silva, ex-aluno do dito jurista.

Mera especulação acadêmica? Não mesmo! Quando nos damos conta das demais teses que Fachin patrocinou, é forçoso reconhecer que estamos diante de um inimigo declarado da família, segundo, ao menos, esta que conhecemos. Atenção! Eu nem me refiro à família dita tradicional Nem aquele conceito revisto e ampliado pelo STF por conta própria, sem participação do Congresso, serve ao doutor. Na concepção do candidato ao Supremo, essa história de núcleo familiar composto por homem e mulher, dois homens ou duas mulheres é coisa de mentes provincianas. Ele quer botar mais gente nessa cama. No prefácio que faz da obra, como vocês verão, ele vai além de elogiar a, digamos, coragem teórica de seu ex-pupilo.

O livro não deixa dúvida: prega a superação da monogamia. O prefaciador também não deixa dúvida quanto à adesão à tese, tanto é que intitula seu texto de “Seres sem jugo”. Qual? Ora, o da monogamia. Para o candidato a ministro, a tese deriva daquele grupo de pessoas “de mentes generosas e corajosas, preocupadas incessantemente com o que nos define como humanos [...]”. Parece que superar a monogamia, ou defender a sua superação, torna o indivíduo um humano superior. [...]

Fachin demonstra não ser do tipo tolerante com a divergência. Segundo escreve, seu ex-aluno, entusiasta da poligamia, se esforçou para “não se servir de fantasias que povoam as vestes jurídicas das relações familiares”. Em suma, os que discordam de autor e prefaciador são pessoas presas a meros formalismos sem substância. Ele vai ser ainda mais duro na desqualificação dos adversários intelectuais. Escreve: “O texto de Marcos Alves da Silva não compõe o coro crédulo e entusiástico da manualística rasteira que grassa pelo Direito de Família no Brasil e que mistura Sula Miranda com Shakespeare [...], essa gosma com verniz de epidérmico conhecimento que hoje, em muitos livros e não em poucos tribunais oscila entre o provinciano e o surreal [...].” Parece que o advogado considera “gosma” as escolhas morais que não coincidem com as suas. [...]

Houvesse alguma dúvida sobre a adesão de Fachin à tese, ela seria dirimida na parte final de seu prefácio. Leio ali: “...quiçá ser um verdadeiro ser humano, especialmente nas relações familiares, pode iluminar um ser sem jugo.” O que isso quer dizer, além de um estilo insuportavelmente cafona e do uso indevido do modo indicativo no lugar do subjuntivo (“quiçá possa”)? Resposta: nada! Afinal, é o verdadeiro ser humano que ilumina o ser sem jugo, ou é preciso não estar submetido a jugo para ser um “verdadeiro ser humano”? Quero ver Fachin responder quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha. Ou ainda: por que Tostines é mais fresquinho? De resto, um homem submetido a condições que não escolheu perde a sua condição humana? É esse o pensador que diz se opor à “gosma com verniz epidérmico”?

E o doutor conclui: “Apenas belo sonho? A liberdade da resposta não conforta a quem se acomoda no dogmatismo enclausurado nem sobressalta quem elimina a instância jurídica como instrumento de emancipação. Anima, porém, quem ainda combate a luta que não é mesmo vã e clama por justiça e vida digna. Acolhamos, pois, numa comunhão de boa leitura, as propostas que embalam significantes e significados no berço que desempacota os nós de alguns ninhos.”

Como se nota, para o “supremável”, o direito é, sim, um terreno de militância – “instrumento de emancipação”. E é esse militante que Dilma quer no Supremo, com a chancela do MST e da CUT. Mas esses estão virando males menores. O nome escolhido pela petista, está demonstrado, é inimigo da família segundo a entende a esmagadora maioria dos 200 milhões de brasileiros, dos quais ele pode ser ministro.

Fachin, a gente percebe, tem horror a Sula Miranda. Está na cara que se tem na conta de um Mozart das letras jurídicas. Decidi ler o que ele andou escrevendo sobre direito da família. Posso assegurar que nem mesmo um Pestana ele consegue ser, aquela triste personagem de Machado de Assis que queria compor música erudita, mas só conseguia produzir polcas.

Mas há uma diferença: Pestana era infeliz porque tinha noção de sua mediocridade. Fachin, pelo visto, é feliz.

Fiquem calmos, senhores senadores, o homem é capaz de muito mais. E eu ainda vou demonstrar isso.

Ah, sim: o advogado foi ao Senado no dia 15 pedir o apoio de Renan Calheiros. Levou sua mulher a tiracolo, a desembargadora Rosana Fachin. Estavam juntos. De mãozinhas dadas [foto acima]. Eu sou terrivelmente lógico, professor. Caso o senhor tivesse uma amante (não estou perguntando nem é da minha conta), o certo seria que ela estivesse enlaçada à sua outra mão? Afinal, o senhor defende que até a pensão a viúva oficial divida com a viúva paralela.

Não havia entendido a foto (de Ailton de Freitas/Agência O Globo). Depois que li as enormidades escritas pelo candidato ao Supremo, tudo ficou mais claro. Sem entrar na economia doméstica dos afetos, diria que lá vai menos um casal feliz do que um álibi.

Que os senadores se pronunciem!

(Reinaldo Azevedo, Veja.com) via (Criacionismo)

Nota 1(do amigo Marco Dourado): “Há tempos, quando a ideologia de gêneros apenas mostrava uma pontinha do focinho - hoje escancara os dentes e as garras -, dei uma de futurólogo do óbvio: ‘Porteira por onde passa um boi, passa uma boiada. Subvertidas as restrições de sexo (pois ‘gênero’ é uma iniquidade inventada por tarados gramscianos), virão, a seguir, flexibilização da cardinalidade e até do grau de parentesco - o casamento se tornará a institucionalização da suruba misturada com o incesto.’ Fui acusado de apelar à falácia do declive escorregadio por sedizentes ‘esclarecidos’ - aqueles que por deficiência (talvez preguiça) cognitiva ou submissão grupal querem obter créditos extras na Escolinha do Professor Frankfurt. Eis aí o monstro, agora sem a necessidade de se disfarçar.”

Nota 2 Michelson Borges: Quando você acha que chegamos ao fundo do poço, sempre dão um jeito de cavar mais um pouquinho... E agora com a possível anuência presidencial. [MB]

22 abril 2015

O HOMESCHOOLING é liberado no Brasil (Alfabetização em casa)


Explico. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os tratados internacionais sobre direitos
humanos devidamente ratificados pelo Congresso Nacional (antes da emenda 45) têm status supralegal. Isso quer dizer que esses tratados são hierarquicamente inferiores à Constituição (lei positiva máxima), mas superiores às demais leis. Ora, o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55). Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos); “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).
Ambos os textos são claríssimos. Repito: esses tratados são hierarquicamente superiores ao ECA e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com efeito, não só o ECA e a LDB, mas qualquer outra lei que impeça o homeschooling perde a eficácia, pois os tratados mencionados têm status supralegal. Portanto, juridicamente, não há nada que proíba os pais de adotar o homeschooling para os filhos. E mais: outro direito que se depreende das aludidas normas é o de rejeitar qualquer conteúdo ministrado nas escolas regulares que seja considerado impróprio pelos pais, como o famigerado kit gay, por exemplo.
Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças. Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis. Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.
________________________
¹ Henrique Cunha de Lima é procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: (Terça Livre - Cultura e conhecimento)

Vaticano e ONU querem governo mundial

Papa cumprimenta secretário da ONU
A participação do secretário-geral da ONU em um próximo evento no Vaticano promovendo um movimento mundial para combater as alterações climáticas, juntamente com um documento pontifício que preconiza a criação de uma autoridade política, econômica e financeira mundial dirigida pela ONU chamou a atenção de um autor que acredita que esses desenvolvimentos apoiam as previsões de um livro seu de 2012. A conferência do Vaticano “Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade”, de 28 de abril, que contará com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais da proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas”.

Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam de Petrus Romanus: O Papa Final Está Aqui, observa que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica do papa Francisco sobre o aquecimento global e o meio ambiente, prevista para publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano em unir forças com as Nações Unidas sobre as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas como prova adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para a estruturação de autoridades políticas e econômicas do mundo em um governo mundial centralizado”.

Ele ressalta que o cardeal Peter Turkson, chefe do Conselho Pontifício Para a Justiça e Paz, ajudou a escrever o primeiro rascunho da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em nome do Vaticano apelando ao estabelecimento de uma autoridade global para eliminar as desigualdades econômicas e redistribuir a riqueza.

Esperado para participar na conferência do Vaticano está o economista norte-americano Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia e um assessor especial do chefe da ONU para assuntos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também exerce o cargo de diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Horn disse à WND que as pessoas “devem estar atentas e tomar conhecimento” do evento da ONU por causa do documento de 24 de outubro de 2011, do Vaticano, de autoria de Turkson, intitulado “Rumo à Reforma dos Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global”.

Horn disse que o documento “acrescentou a um apelo do Vaticano para uma autoridade política, ambiental e financeira global a ser estabelecida no âmbito das Nações Unidas”.

No documento, Turkson reconheceu que “um longo caminho ainda precisa ser percorrido antes de se chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.         

“Parece lógico que o processo de reforma deve prosseguir com a Organização das Nações Unidas como referência”, continuou Turkson, “por causa do alcance mundial das responsabilidades da ONU, a sua capacidade de reunir as nações do mundo, bem como a diversidade das suas funções e das suas agências especializadas.”

Turkson descreveu a visão do Vaticano do que seria um desenvolvimento econômico global eticamente aceitável. “O fruto dessas reformas deveria ser uma maior capacidade de adotar políticas e escolhas que são vinculativos, porque elas têm por objetivo alcançar o bem comum aos níveis locais, regionais e mundiais”, escreveu ele.

“Entre as políticas, as que dizem respeito à justiça social global parecem mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não vão prejudicar os países mais fracos; e políticas que visem à criação de mercados livres e estáveis ​​e uma distribuição justa da riqueza mundial, o que também pode derivar de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que serão tratadas mais tarde.”

Em seu livro Petrus Romanus, Horn e Putnam disseram que a diretiva do Vaticano tenta conceber um mandato “moral” para o estabelecimento de “uma autoridade pública global” e “um banco central mundial”.

Horn, também chamou a atenção para Caritas in Veritate, ou Caridade na Verdade, a terceira e última encíclica publicada pelo papa Bento XVI antes de ter abdicado do papado, que defende uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos da entidade global, disse Bento XVI, deve ser o de “gerir a economia global; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que daí resultariam; proporcionar um desarmamento imediato e integral, a segurança alimentar e paz; garantir a proteção do ambiente e regulamentar os fluxos migratórios”.

Bento XVI disse que “em face ao crescimento incessante da interdependência global, há uma necessidade fortemente sentida, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e também das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o conceito da família de nações possa ser realmente concretizado”.

Em um e-mail para a WND, Horn confirmou as conclusões do “Accuracy in Media’s Cliff Kincaid” após a publicação da Caritas in Veritate, em 2009.

“Kincaid está certo em se preocupar porque o líder da Igreja Católica em todo o mundo, considerado pelos católicos o representante pessoal de Jesus Cristo, se tornou um defensor de uma das organizações mais corruptas na face da terra – as Nações Unidas”, disse Horn. “Esses desenvolvimentos têm implicações proféticas para os cristãos, que temem que uma ditadura global vai tomar o poder na terra nos últimos dias.”

(WND; tradução: Filipe Reis) via (Criacionismo)

Nota Criacionismo: Que país tem maior influência sobre a ONU? E que líder mundial tem maior respeitabilidade e crescente influência sobre a entidade? O cenário vai ficando cada vez mais interessante! [MB]

09 abril 2015

Comentário teológico da lição 3 - Quem é Jesus Cristo?


Quem é Jesus Cristo?

Pr. Gilberto Theiss

Reações diante de Jesus (Sábado e Domingo)

Notadamente a história de Jesus tem sido surpreendente por estar, especialmente, permeada de fatos sobrenaturais. É exatamente por esse motivo que ela é amada por muitos e, todavia, rejeitada por outros como sendo verídica.
Acredita-se que até o século XVIII era pouco o interesse em evidenciar os fatos que tornassem autêntico os evangelhos. Mas, com o tempo, essa realidade mudou. Assim descreve o teólogo espanhol Julián Carrón: "Desde o início, a Igreja Católica acreditou que os Evangelhos tivessem origem na figura histórica de Jesus, e sempre os considerou testemunhos de fatos acontecidos. Apesar disso, a partir do iluminismo, alguns estudiosos começaram a achar que os Evangelhos não tinham valor histórico e que era preciso encontrar outro tipo de correspondência entre eles e os fatos"[1]. Mas, embora haja céticos quanto ao fato de Jesus ter realmente existido da maneira como narram as Escrituras, é preciso reconhecer que, do ponto de vista científico historiográfico, essas narrativas bíblicas seguem fielmente todos os critérios e padrões necessários para dar sustento, embasamento e credibilidade histórica. Por exemplo, Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores Cesar Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, Anás e Caifás (Lc 2,1;3,1s); Mateus e Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (Mt 22,23; Mc 3,6); João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (Jo 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais confirmadas pela história secular.
Outro detalhe interessante é que os apóstolos e os evangelistas não podiam mentir. Eles jamais teriam inventado um Messias do tipo de Jesus: Deus-homem, crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gregos (1Co 1:18-23). O ponto em questão é que os relatos dos Evangelhos mostram um Jesus bem diferente do modelo do Messias "libertador político" que os judeus aguardavam ansiosamente por centenas de anos. Outro fato curioso é que homens rudes da Galiléia, como demonstravam ser, não teriam condições de forjar um Jesus tão sábio, santo, inteligente, desconcertante e, acima de tudo, amável e dócil com as classes mais desfavorecidas e drasticamente rejeitadas pelos próprios judeus.
Para complicar um pouco mais, a doutrina que Jesus pregava era de difícil vivência. Aqueles que desejam atrair multidões através da venda de suas ideias nunca projetariam um herói como foi Jesus com princípios tão difíceis de serem seguidos. O romano Tácito, por exemplo, classificava o cristianismo como "desoladora superstição", e Minúcio Felix  falava de doutrina indigna dos gregos e romanos.
Alguns concluem, portanto, que a história de Jesus não passou de um mero mito. Mas será que poderia um mito ter vencido o imensurável e poderosíssimo Império Romano? Será que uma fábula poderia sustentar milhares de martírios e perseguições por centenas de anos?
Tertuliano de Cartago, no terceiro século, escreveu: "o sangue dos mártires era semente de novos cristãos"[2]. Será que um mito poderia provocar tantas conversões? Será que uma lenda poderia manter uma Igreja que começou com um pequeno grupo de 12 homens judeus e após 2000 anos ainda possuir uma estrutura tão forte, poderosa e sólida entre raças e nações diferentes?
Outro fato que corrobora para a autenticidade histórica da vida de Jesus é que os fragmentos que constroem os evangelhos, comparados com outros documentos históricos, além de serem vantajosamente em maior número, mais de cinco mil cópias, são também os escritos que mais próximos estão do Seu personagem principal. Sobre este fato escreveu Wilson Parosqui: “O elevado número de documentos existentes faz com que o NT [Novo Testamento] tenha muito mais apoio textual que qualquer outro livro nos tempos antigos, seja em se tratando das obras de Homero, dos autores trágicos áticos, de Platão, de Cícero ou de César.”[3] Por esse motivo, os documentos que retratam a existência de Jesus, sob os critérios científicos são de longe, ou deveriam ser, os mais críveis que os documentos que retratam a existência de Eurípedes,  Sófocles, Platão, Catulo, Lucrécio, Terêncio, Lívio, Virgílio e Alexandre o grande.
Para os céticos que desconfiam das Escrituras, embora não haja razão sólida para descrer, ainda temos fontes extra-bíblicas da existência de Jesus. O romano Tácito, ao descrever o incêndio de Roma por volta de 116 d.C. apresentou uma pequena informação sobre os Jesus e Seus seguidores.[4] Flávio Josefo, historiador judeu (37-95), escreveu: "Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos, Ele era tido como o Cristo.“[5] O Talmud[6], Suetônio e Plínio[7] também contribuem como fontes não bíblicas para o embasamento histórico de Jesus.
Não há dúvidas quanto à credibilidade desses documentos e sob esta perspectiva é que podemos também sustentar as narrativas que apresentam um Jesus não apenas histórico, mas também sobrenatural. Se as narrativas, do ponto de vista científico com detalhes históricos, sociais, políticos, geográficos, estão corretas, isto nos oferta um bom motivo para crer também nos milagres de Cristo. Sob a premissa filosófica, a história confirma os fatos sobre Jesus, e Jesus fez milagres, e os milagres só podem ser feitos por Deus, logo, Jesus de fato era o Deus encarnado. Foram justamente esses feitos que deram sustento às prerrogativas de Jesus, em perdoar pecados (Lc 5:24), assumir a posição de Messias (Lc 4:16-30), e de ser na mais pura essência, o pão da vida (Jo 6:35,41,48,51);   a luz do mundo (Jo 8:12);  a porta das ovelhas (Jo 10:7,9);   o bom Pastor (Jo 10:11,14); a ressurreição e a vida (Jo 11:25);   o caminho, e a verdade e a vida (Jo 14:6) a videira verdadeira (Jo 15:1,5), e o grande “Eu Sou” (Deus) (Jo João 8:58).
No início isso não pareceu ficar claro, mas no decorrer do ministério de Jesus, como nos dias de hoje, as multidões O seguiam ou pelo interesse no perdão dos pecados ou nos Seus favores sobrenaturais.

Filho de Deus e Filho do homem (Segunda e terça)

A expressão “Filho do Homem” é apresentada no Novo Testamento cerca de 88 vezes. Essa expressão, em sentido divino, aparece em Daniel 7:13-14: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído."
O termo "Filho do Homem" era um título. Quando Jesus usou esse termo (Mt 26:64), Ele estava atribuindo a profecia do “Filho do Homem” de Daniel a Si mesmo. Os judeus daquela época com certeza estariam bem familiarizados com o termo e a quem se referia. Ele estava proclamando ser o Messias, o libertador divino que viria a Seu povo. Jesus parece ter unido os papéis do Servo sofredor humano e do soberano Filho do homem de Daniel 7:13, 14. Ele unificou as duas verdades de que Ele era de fato o Deus YHWH que havia se humanado para se tornar conhecido e para salvar a humanidade.
Jesus era 100% Deus (João 1:1), mas para estabelecer o plano de redenção, como Messias, Ele também havia se tornado um ser humano (João 1:14). 1 João 4:2 nos diz: "Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus."  Ellen White descreve que “Ele devia vir como um membro da família humana, e estar como um homem perante o Céu e a Terra. Viera para tomar o lugar do homem, para penhorar-Se em lugar do homem, pagar o débito dos pecadores. Devia viver uma vida pura na Terra, e mostrar que Satanás havia dito uma mentira ao pretender que a família humana lhe pertencia para sempre, e que Deus não lhe podia tirar os homens das mãos.”[8]

O Cristo de Deus e a transfiguração (Quarta, quinta e sexta)

A confissão de Pedro é um divisor de águas a partir desse momento. Para Pedro, e consequentemente para os demais discípulos, a identidade de Jesus parece ficar mais clara. Nesse momento, a história passa de ensino e demonstração de autoridade para confissão e chamado ao discipulado[9]. Logo em seguida, Jesus explica o seu verdadeiro papel como Messias, que teria de sofrer (9:21, 22), e aqueles que aceitassem o Seu convite deveriam também passar por grandes adversidades (9:23-27). Em contraposição aos relatos de vocação (5:1-11. 27:32), a cruz é inserida no centro desse convite. Os discípulos recebem os primeiros lampejos do verdadeiro significado de Ele ser o Cristo, e das tribulações advindas deste conceito. A expressão “o Cristo” era justificada em sua prerrogativa divina e em Seus atos sobrenaturais, mas este sentido também deixava claro a definição do “discipulado”[10]. Jesus foi enfático ao afirmar: “se alguém quer ser meu seguidor, que esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto cada dia para morrer como eu vou morrer e me acompanhe. Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira.” (v. 23-25).[11]
Jesus não esteve se referindo às vicissitudes da vida, mas do compromisso diário com o reino de Deus e o chamado ao discipulado. Talvez o martírio ainda estivesse em foco, mas a lealdade diária ao mestre e a seu modo de vida. Pelo menos deve ter sido essa a compreensão inicial dos apóstolos. Sendo este o foco ou não, o que sabemos é que, mais tarde, o martírio seria o resultado final de todo o comprometimento inicial. O discipulado faria dos passos de Jesus em Seu sofrimento, perseguição e morte, os passos dos discípulos e de muitos outros que O seguissem ao longo da história.
A transfiguração de Jesus foi mais um episódio de confirmação divina da divindade de Cristo e de seu caminho até a cruz.[12] Novamente, a exemplo da oração de Jesus em Seu batismo, Lucas foi o único que registrou como Jesus esteve orando no momento da transfiguração. O escritor, provavelmente, desejava mostrar como os olhos dos discípulos se abriram ao contemplar aquela cena gloriosa. Sua aparência e suas vestes adquiriram forma cheia de resplendor jamais visto. Também puderam contemplar a presença viva daquele que havia morrido, porém ressuscitado e daquele que havia sido transladado ao Céu sem ver a morte. Moisés é o exemplo daqueles que descem a sepultura, todavia, serão resgatados dela na manhã da ressurreição (Jo 11:24; Jo 5:28, 29; Dn 12:1,2; I Ts 4:16, 17), enquanto que Elias se torna o exemplo dos fiéis da última geração, que virão da grande tribulação e que não verão a morte (I Ts 4:17; Ap 7:13, 14; 14:1-5). Segundo alguns comentaristas, em consonância com Isaías 8:20 e Mateus 5:17, Moisés também representava no monte da transfiguração a lei de Deus, a Torá, enquanto que Elias representava os profetas, os testemunhos.[13] Eles falaram com Jesus sobre a sua partida (do grego êxodos), isto é, de sua morte e ressurreição, confirmando assim o que Jesus havia profetizado no verso 22.[14] No entanto, o mais importante nesse ocorrido estava na nuvem, de onde surgiu a voz de Deus falando as palavras uma vez proferidas no batismo de Jesus (3:22), mas dessa vez se dirigindo aos discípulos. Nesta ocasião “Os discípulos contemplaram com temor e espanto a excelente majestade de Jesus e a nuvem que os cobriu e ouviram a voz de Deus com terrível majestade, dizendo: ‘Este é o Meu Filho, o Escolhido; ouçam-no’”.[15]

Gilberto Theiss é formado em Teologia pelo Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, com Especialização em Filosofia pela Universidade Cândido Mendes. Atualmente é pastor no estado do Ceará pela Associação Costa Norte da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

REFERÊNCIAS

[1]BOSCOV, Isabela, Revista veja online. Disponível em: < http://veja.abril.com.br/151204/p_102.html > acesso em 06-04-2015.
[2] KAPELINSKI, Igor. A Bíblia é Verdadeira? São Paulo: Clube de Autores, 2009. P. 159.
[3] PAROSQUI, Wilson. Crítica textual do Novo Testamento, p. 19.
[4] Ver Anais XV,44
[5] Ver Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a.
[6] Ver Tratado Sanhedrin 43a do Talmud da Babilônia.
[7] Ver Epístolas, I.X 96.
[8] WHITE, Ellen G. Para Conhecê-Lo [MM 1965], São Paulo, Tatuí. Casa Publicadora Brasileira, 1965. P. 26.
[9] CARSON, D. A. Comentário Bíblico Vida Nova. São Paulo:  Vida Nova, 2009. P. 633.
[10] BROWN, R. E.; FITZMYER, J. A.; MURPHY, R. E. (Ed.) Novo Comentário Bíblico São Jerônimo: Novo Testamento e artigos Sistemáticos. Santo André: Academia Cristã, 2011. P. 266
[11] Nova Tradução na Linguagem de Hoje. São Paulo: Sociedade Bíblica do brasil, 2008. P. 1043.
[12] BROWN, R. E.; FITZMYER, J. A.; MURPHY, R. E. (Ed.) Novo Comentário Bíblico São Jerônimo: Novo Testamento e artigos Sistemáticos. Santo André: Academia Cristã, 2011. P. 266
[13] CARSON, D. A. Comentário Bíblico Vida Nova. São Paulo:  Vida Nova, 2009. P. 1499.
[14] Ibd.
[15] WHITE, Ellen G. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, P. 1261, 1262; Ver Primeiros Escritos, p. 162-164.

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